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terça-feira, 10 de novembro de 2009

Voluntários da alegria: gente que faz o Bem fazendo rir

Gente do bem essa, puxa!! Atores, músicos, palhaços, terapeutas, voluntários em geral, cada dia mais se unem no Brasil para atuar em grupo no entreterimento de pacientes hospitalizados, sobretudo nas unidades infantis. No dizer deles mesmos, “os Doutores da Alegria são palhaços que fazem de conta que são médicos para crianças que fazem de conta que acreditam”. Mas, faz-de-conta ou não, o que é real é o resultado. Os médicos de verdade já constataram que, no dia em que se dão estas visitas especiais, os pequenos pacientes reagem melhor à difícil rotina da hospitalização.
Bacana, hein?!! Conheça um pouco dessa gente muito legal...

A besteirologia deve ser aplicada diariamente até que o paciente não saiba mais como ficar triste. É mais ou menos por aí que se dá a posologia desse remédio para a vida toda. O riso, a alegria e a fantasia de clown (palhaço) geram certa facilidade de aproximação e interação com os pacientes hospitalizados.
Além das saudáveis palhaçadas, os voluntários da alegria também atuam como contadores de histórias ou estendem seu trabalho para atuações na rua, distribuindo abraços grátis, entre outras atuações.
OutroMundo conta um pouco sobre esses grupos.

DOUTORES DA ALEGRIA
Em 1986, Michael Christensen, um palhaço americano, diretor do Big Apple Circus de Nova Iorque, apresentava-se numa comemoração num hospital daquela cidade, quando pediu para visitar as crianças internadas que não puderam participar do evento. Improvisando, substituiu as imagens da internação por outras alegres e engraçadas. Essa foi a semente da Clown Care Unit™, grupo de artistas especialmente treinados para levar alegria a crianças internadas em hospitais de Nova Iorque.
Em 1988, Wellington Nogueira passou a integrar a trupe americana. Voltando ao Brasil, em 1991, resolveu tentar aqui um projeto parecido, enquanto ex-colegas faziam o mesmo na França (Le Rire Medecin) e Alemanha (Die Klown Doktoren). Os preparativos deram um trabalho danado, mas valeu: em setembro daquele ano, numa luminosa iniciativa do Hospital e Maternidade Nossa Senhora de Lourdes, em São Paulo (hoje Hospital da Criança), teve início o trabalho do grupo Doutores da Alegria.
A equipe é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos que realiza cerca de 75 mil visitas por ano a crianças internadas em hospitais de São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Belo Horizonte. Atua com foco nos traumas ligados à hospitalização infantil, como perda de controle sobre o corpo e a vida, além de atitudes negativas em relação às doenças e à recuperação.
No site do grupo, há também histórias de memórias dos pacientes, Escola de Palhaços e o movimento Palhaços em Rede – um mapeamento nacional para conexão e cooperação entre diferentes grupos e indivíduos que utilizam a figura do palhaço para atuar com crianças e adultos em hospitais.

MEDICINA DO RISO
Criado por Luis Bruno de Godoy há mais de três anos, em São Paulo, o grupo trabalha a arte cênica utilizando a máscara do clown para ter aproximação com o público, realizando trabalhos que, vão de entidades assistenciais até universidades. A turma da Medicina do Riso ainda circula ministrando palestras em universidades pelo Estado, com um grupo de voluntários que participam semanalmente de oficinas de aprimoramento que incluem arte cênica, música e capoeira.
Hoje, o projeto conta com 20 voluntários de diversas idades que desenvolvem trabalhos periodicamente, em campos de atuação como:
• Dentro de hospitais e entidades, buscando levar conforto e ânimo, fazendo as pessoas ali se sentirem mais seguras, esquecendo a dor e dando lugar à alegria.
• Dentro de universidade e empresas, ministrando palestras sobre o trabalho que realizam e sobre sua importância, falando sobre o amor e as consequências daqueles que a praticam dentro de seu trabalho sua casa e com todos aqueles que têm contato.
• Na sociedade, intervindo diretamente em vias públicas com a simples mensagem do afeto do "Free Hugs" (abraços grátis), transmitindo a simplicidade de um abraço e mostrando a importância que se tem.

OPERAÇÃO HOSPALHAÇO
Esta ONG tem o propósito de levar a arte do palhaço para instituições hospitalares que possuam alas de internação pediátrica. Criado em 1998 por André Correia, o grupo iniciou suas atividades em 2002 com a entrada de Tiago Abad , co-fundador da ONG. Em 2006, a Operação Hospalhaço começou a desenvolver suas atividades em um hospital da cidade de São Bernardo do Campo. Atualmente, atende hospitais do ABC e São Paulo, e vem se desenvolvendo constantemente para viabilizar o atendimento a mais instituições com qualidade artística e responsabilidade social.
A insígnia "Operação" identifica que estão em missão, em meio a uma ação importantíssima! E querendo parecer tão importante quanto as missões da CIA, FBI, SWAT e outras siglas policiais, no sentido (nesso caso) de uma ação pró-bobagem, ligado à boa saúde e ao respeito com a alegria de terceiros (quartos, quintos e assim vai).
O grupo é composto por artistas, estudiosos da arte do palhaço, e realiza visitas hospitalares às alas pediátricas, sempre com uma dupla ou trio de atuadores. As visitas acontecem sempre no mesmo dia da semana e num período de aproximadamente 4 horas, leito-a-leito.
O trabalho artístico é acompanhado por um grupo de estudos de Psicologia que dá suporte no desenvolvimento do trabalho dentro dos hospitais. Com o auxílio do grupo de estudos, é possível registrar os efeitos da ação artística do palhaço dentro das instituições de internação.

CONTADORES DE HISTÓRIAS
Aqui não são palhaços, mas contadores de histórias. O que sempre traz alegria...
E alegria faz bem ao coração... Pensando nisso, o Instituto de Cardiologia de Laranjeiras/RJ começou a apostar em uma nova forma de ajudar no tratamento das crianças internadas: contar histórias.
Foi assim que o Instituto Rio de Histórias passou a freqüentar o hospital. Com o projeto, contadores de histórias pulam de quarto em quarto para ler livros e usar a fantasia para tirar esses pequenos pacientes do mundo da doença.
“Esse é um projeto fabuloso da instituição porque ele tem impacto na melhora da criança, na redução do tempo de internação hospitalar”, diz Marco Antônio de Matos, diretor do hospital. Os médicos perceberam que no dia em que as crianças recebem essa visita especial, respondem melhor ao tratamento.
“Aumenta muito a criatividade, a imaginação dessas crianças, e elas passam a lidar com todas essas situações do hospital, que são difíceis, de uma forma muito mais tranqüila”, afirma a terapeuta Maria Regina Horta.
O Instituto Rio de Histórias tem 150 voluntários que trabalham em 15 hospitais espalhando alegria, educação e cultura para as crianças hospitalizadas.

DOUTORES DA ALEGRIA http://www.doutoresdaalegria.org.br/
MEDICINA DO RISO http://www.medicinadoriso.com.br/
OPERAÇÃO HOSPALHAÇO http://www.hospalhaco.com.br/
INSTITUTO RIO DE HISTÓRIAS
http://www.riodehistorias.com.br/

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