Notícia ótima!! OutroMundo recebeu apoio institucional de El Positivo, do México, de Noticias Positivas (N+), da Espanha, e de Sinergocios.Info, de Aguascalientes, no México. As alianças se dão em função de afinidade editorial, trabalhamos segundo o mesmo padrão cosmoético. Veja detalhes.
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terça-feira, 23 de novembro de 2010

300 cidades em transição










O movimento "Cidades em Transição" foi criado com o objetivo de transformar as cidades em modelos sustentáveis, menos dependentes do petróleo, mais integradas à natureza e mais resistentes a crises externas, tanto econômicas como ecológicas. A iniciativa está presente em mais de 15 países. Já gerou cerca de 8.000 iniciativas de transição e 300 cidades oficialmente reconhecidas ao redor do mundo. Agora, está chegando ao Brasil.

A idéia é parar de depender - ou depender minimamente - da tecnologia e voltar ao tempo onde não precisávamos de geladeiras, carros, tratores e aviões. Técnicas e conhecimentos dos nossos avós e ancestrais são valorizados e resgatados.
Uma das frentes do movimento reeduca a população e estudantes em aptidões como costura, gastronomia, agricultura familiar, pequenos concertos e artes manuais. Iniciativas incluem a criação de jardins comunitários para plantio de comida, troca de resíduo entre indústrias ou simplesmente o reparo de itens velhos, ao invés de jogá-los no lixo. O investimento em transporte público e a troca do carro pela bicicleta é inevitável para a redução das emissões de carbono. Em Totnes até uma nova moeda - a libra de Totnes - foi criada para incentivar e facilitar transações com produtores locais.
O conceito é simples - apesar de trabalhoso - e flexível. Segundo Rob Hopkins, criador da iniciativa, cada comunidade adapta os doze passos iniciais do movimento à sua realidade e capacidade. Esses itens são apenas guias de como começar a quebrar a nossa dependência do petróleo, revendo os modelos de economia, comida, habitação e energia. Assim, essas cidades funcionam tanto no Japão quanto nos Estados Unidos ou no Chile.

A comunidade pioneira - A Cidade em Transição de Totnes começou com Rob Hopkins para enfrentar o duplo desafio do Picodo Petróleo e da Mudança Climática. A iniciativa se apoiou no trabalho original de Rob na Irlanda ao desenvolver o Plano de Ação para o Declínio da Energia para a cidade de Kinsale. A Cidade em Transição de Totnes (em inglês: Transition Town Totnes, ou TTT) é a primeira Cidade em Transição britânica e conta com a capacidade coletiva da comunidade local de desenvolver resiliência através de um processo de “relocalização”, onde for viável, de todos os aspectos da vida.
A idéia por trás da TTT é simplesmente uma cidade que usa menos energia e recursos que normalmente consumiria pode se tornar, desde que adequadamente planejada e estruturada, mais resiliente, mais abundante e mais harmoniosa do que antes.
Dez grupos de trabalho têm se reunido regularmente por lá para buscar soluções mais resilientes de baixa energia para as seguintes áreas: energia, saúde, alimentação, artes, coração & alma – a psicologia da mudança -, governos locais, economia e modos de vida. Outros grupos começam a se reunir para completar essa abordagem holística no plano de resiliência comunitária para Totnes.Uma atualização do trabalho pode ser encontrada nos sites (em inglês) www.transitionculture.org (blog de Rob Hopkins) ou www.transitiontowns.org/Totnes

No Brasil - O movimento está presente em mais de 15 países. Já gerou cerca de 8.000 iniciativas de transição e 300 cidades oficialmente reconhecidas ao redor do mundo. Chegou ao Brasil em 2009 quando foram realizados Treinamentos para a Transição em São Paulo, Porto Alegre, Brasília, Espírito Santo e Rio de Janeiro.
May East, brasileira que mora na Ecovila Findhorn, na Escócia, fundadora e diretora do Curso Educação Gaia, atualmente viaja o mundo para impulsionar o movimento das Cidades em Transição. Este treinamento, facilitado por May East do grupo de Transiton Trainers de Totnes, oferece uma introdução detalhada, estimulando as habilidades necessárias para se iniciar um projeto de Transição.
Ela estará proximamente em Nazaré Paulista/SP. Veja detalhes em
http://partilhauniluz.wordpress.com/2010/11/12/uniluz-promove-treinamento-para-cidades-em-transicao-com-may-east/

http://transitionbrasil.ning.com/

Fotos: Edição de arte sobre arquivos da Adobe Images

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Dia Mundial Sem Carro


Todo ano, em 22 de setembro, rola em vários países o Dia Mundial Sem Carro, um manifesto em escala planetária que defende a revitalização das cidades, buscando garantir um futuro sustentável. O movimento enfatiza o uso de bicicletas e transportes coletivos como solução ecológica. A mobilização é a maior convocação mundial para conscientização e atuação contra os efeitos negativos do uso excessivo do carro sobre as pessoas e o meio ambiente decorrente. Afinal de contas, tem gente que não vai até a padaria da esquina sem usar o carro.

O DIA MUNDIAL SEM CARRO/ World Car Free Day é um movimento que começou em algumas cidades da Europa nos últimos anos do século 20, e desde então vem se espalhando pelo mundo, ganhando a cada edição mais adesões nos cinco continentes.
No Brasil, a iniciativa é apoiada por várias comunidades e coordenado por organizações não governamentais como Transporte Ativo e Rua Viva.
A campanha e seus apoiadores entendem que a opção das cidades em favor do automóvel foi equivocada por tratar-se de um meio de transporte altamente poluidor e destruidor do espaço urbano. Como alternativa, propõem a reconversão das cidades para favorecer meios sustentáveis de mobilidade, elegendo a bicicleta e os meios de transporte coletivos como expressão da sustentabilidade. 
Com cidades tendo um trânsito mais calmo, as pessoas tenderiam a caminhar mais, resgatando os espaços públicos e alcançando um novo conceito de qualidade de vida. 

"Não queremos apenas um dia de celebração" - No evento, as pessoas do mundo inteiro se reúnem nas ruas, cruzamentos e blocos residenciais para lembrar que nós não temos que aceitar a nossa sociedade dominada pelos carros.
Mas os organizadores não querem apenas um dia de celebração e, em seguida, um retorno à vida "normal". Quando as pessoas saem de seus carros, eles devem ficar de fora deles. Cabe a nós, cabe às nossas cidades e a nossos governos ajudar a criar uma mudança permanente para beneficiar pedestres, ciclistas e outras pessoas que não dirigem carros.


Mudança de hábitos - Por mais que, num primeiro momento, o problema possa parecer complexo demais para fazermos parte de sua solução, simples mudanças de hábitos ajudam (e muito) a combatê-lo ou minimizá-lo. Veja abaixo algumas delas:

:: Planeje seus deslocamentos
:: Percorra distâncias curtas a pé ou de bicicleta
:: Utilize transportes coletivos pelo menos um dia por semana para ir ao trabalho
:: Prefira meios de transportes limpos aos poluentes
:: Quando utilizar o carro, dirija com economia
:: Prefira automóveis com motores movidos a álcool (combustível menos poluente do que a gasolina)


Podemos ainda cobrar das autoridades públicas de nossas cidades medidas que facilitem este movimento. Listamos algumas delas:

:: Renovação/expansão da frota e capilaridade dos sistemas de transportes coletivos (como ônibus, metrô e trem)
:: Criação/expansão de ciclovias nas cidades
:: Aluguel de bicicletas públicas
:: Criação de bicicletários (estacionamentos públicos de bicicletas) em pontos estratégicos
:: Rodízio de veículos

Note que são atitudes relativamente simples de serem tomadas e que, sem dúvida, somadas, têm um efeito mitigatório significativo sobre os problemas ambientais enfrentados atualmente pela nossa sociedade. E o que não faltam são alternativas, não é mesmo?
E você, vai tirar o carro da garagem no dia 22 de setembro?

FONTE: www.worldcarfree.net/wcfd/

Coletivo de Mobilização do Dia Mundial Sem Carro/SP: http://www.diamundialsemcarro.org/
Veja no outroMundo matéria sobre BICICLETADA/ Massa Crítica

terça-feira, 7 de setembro de 2010

ONG 4Cantos do Mundo por um mundo melhor

Em 2002, em Belo Horizonte, do encontro de um grupo de jovens mobilizados pela vontade de realizar ações socioambientais que levassem mais consciência, atitude e esperança às pessoas, surge a ONG 4Cantos do Mundo. A entidade se dedica à construção de um mundo melhor, mais humano e sustentável, tendo como foco a temática ambiental. 
Para isso, a ONG promove a educação ambiental, a participação política (não partidária), a mobilização artística e cultural e a pesquisa de tecnologias sociais. Palco de discussões, práticas e projetos, agora, a ONG cede seu espaço para a execução de um Telhado Verde, e implantação de um sistema de Drenagem e Irrigação de baixo custo.
A 4Cantos do Mundo se fortalece a cada atitude, e sua colaboração na doação de espaço para a realização do curso, que tem em si o mesmo ideal da instituição, consiste num desses momentos de troca de forças. Além das atividades já estabelecidas na área Ambiental, a instituição terá prazer em receber as alterações que o curso trará para espaço.

Eixos de trabalho - A proposta de um telhado que possibilite o plantio e melhore as condições acústicas, térmicas e visuais, nasceu nos século 19, mas somente na última década vem sendo utilizada. Aumentando as opções de construção, privilegiando as questões ecológicas e contrapondo-se ao modelo convencionalmente usado nas grandes cidades, o Telhado Verde é uma ótima opção pois possui preço acessível, otimiza o espaço e sua utilização condiciona um ambiente mais agradável.
O crescimento das cidades diminui gradativamente a área de percolamento das águas. A diminuição de áreas verdes e o aumento de áreas construídas ainda contribuem para enchentes e alagamentos. A otimização da drenagem diminui estes riscos, uma vez que facilita o percolamento da água no solo, e garante melhor utilização da água. Além das vantagens já citadas, o Telhado Verde executa a função de captar e destinar as águas pluviais, que irão nutrir as plantas do próprio telhado e serão direcionadas para o quintal, através de um projeto de Drenagem. A execução das vias de drenagem pretende mostrar que mesmo com poucos recursos é possível facilitar o escoamento das águas nos centros urbanos, além de favorecer a irrigação de plantas que, neste caso, oferecem alimento e beleza.
A Permacultura permite uma existência humana coerente dado que propõe um modelo de desenvolvimento infinito e completo. Este sistema de design é baseado na observação de sistemas naturais, na sabedoria contida em sistemas produtivos e no conhecimento moderno, científico e tecnológico; os sistemas devem ser ecologicamente corretos, economicamente viáveis e sustentáveis a longo prazo; as necessidades energéticas devem ser supridas pelo próprio sistema (pequenas ou grandes propriedades).
A ética na Permacultura envolve três níveis de princípios: o cuidado com a terra, com as pessoas e a justa partilha dos excedentes.

VEJA DETALHES EM http://quintalvivo.wordpress.com/


terça-feira, 31 de agosto de 2010

Comboio de bicicletas atua como ônibus

Um grupo de ciclistas australianos criou uma forma inusitada e ecológica de ir ao trabalho: em comboio de bicicletas. O esquema recebeu o nome de bike bus (ou "ônibus de bicicletas"), pelo fato de o grupo adotar uma logística parecida ao do sistema de ônibus. Os comboios seguem rotas fixas com paradas para "pegar passageiros" nos mesmo horários e locais diariamente.

Os ciclistas consideram que pedalar juntos em um "bicicletaço" torna o percurso mais seguro, sobretudo em avenidas movimentadas no horário de pico.
O Departamento de Meio-Ambiente do país, que apoia e promove os bike buses, diz que cada motorista que deixa o carro em casa e pedala 10 km por dia para ir para o trabalho evita emitir mais de uma tonelada de carbono na atmosfera por ano. A concentração dos gases que causam o efeito estufa na atmosfera é a principal causa apontada por cientistas do aquecimento global. A Austrália é o país com maior emissão per capita desses gases no mundo.
A fundadora do sistema, Fiona Campbell, fornece uma aula rápida aos novatos, ensinando como pedalar com segurança no meio do tráfego. Todos usam coletes fluorescentes e capacetes.
Existem cerca de dez rotas de bike buses em Sydney no momento, divididas em três velocidades para adaptar ciclistas com diferentes níveis. A expressa, de 25km/h, a intermediária, de 20km/h, e a social, de 15km/h. O pessoal gosta pois, em muitas ocasiões, é mais rápido chegar ao destino final pedalando do que dirigindo um carro em uma congestionada avenida urbana.

FONTE: BBC e http://www.bikebus.org.au/

quarta-feira, 31 de março de 2010

Casamento ecológico: divertido, avançado e correto. Não deixe pros outros, faça o seu assim!







Na onda de sensibilização em favor da sustentabilidade do planeta, mais e mais os planejadores de festas de casamento estão sendo contratados para concepção de cerimônias “verdes”. Já há também sites especializados. A partir deles, OutroMundo selecionou algumas dicas bem acessíveis para ajudar você a realizar um casamento bonito, alegre, porém também ecologicamente consciente. Confira aí. Algumas soam meio avançadas mas são divertidas e “planetariamente” corretas.

- Escolha um lugar com significado. Já pensou se casar num museu, galeria de arte, espaço cultural? Além de climão especial, o aluguel sai bem mais em conta.

- Ofereça vasinhos de plantas ou potes de mel como lembrancinhas.

- Imprima os convites em papel reciclado. Você pode incorporar sementes de flores silvestres para seus convidados.

- Se você tiver seu casamento e recepção no mesmo local, vai diminuir as emissões de automóveis para o ar. E ao invés de alugar uma limusine ou outro carrão grandão, tente usar um carro híbrido compacto, ou até mesmo uma charrete para uma vibe mais original e fashion. Se os dois locais são distantes, pense na idéia divertida de alugar um ônibus para levar os convidados, evitando vários carros trafegando e sujando a atmosfera.

- Use alimentos locais e orgânicos sempre que possível, e doe as sobras de comida para uma entidade assistencial. Prefira também flores sazonais para a cerimônia e recepção.

- Use muitas velas: é romântico, causa bom efeito e economiza energia.

- Reduzir e re-utilizar: menos é mais. Use materiais de época, itens de brechó, arte reciclada, etc. Decore com bambu, considerado um dos mais sustentáveis materiais do planeta. E sua decoração pode ficar linda e moderna.

- Alternativamente, você pode ter um vestido personalizado, feito de matérias-primas orgânicas cultivadas sem pesticidas, como tafetá feito de milho, seda misturada com cânhamo, etc.

- A cor branca é tradicional, ok, mas evite processo químico tóxico para chegar na cor.

- Adote toalhinhas de tecido no lugar de guardanapo de papel.


FONTE
http://www.theknot.com/
http://www.greatgreenwedding.com/

Bícis públicas: pedale de graça e encoste a magrela para outro cidadão usar

Para facilitar o trânsito congestionado das grandes cidades e para diminuir a poluição ambiental, várias prefeituras pelo planeta estão adotando o sistema de aluguel de bicicletas. 
O princípio das bícis públicas é quase o mesmo na maior parte da Europa: o cara "encontra" uma bicicleta na rua, vai até o seu destino pedalando e deixa a magrela por lá para que próximo cidadão a utilize. Tudo de graça. Ou quase isso.

Em Munique, as bicicletas ficam travadas por um sistema eletrônico e a liberação é feita pelo telefone celular. Basta ligar, dar o número da bicicleta e o seu número de cadastro no serviço. Ao final do trajeto, outra ligação rápida e a trava eletrônica entra em ação até que outra pessoa deseje utilizá-la.
O mais incrível é que quase todo cidadão de Munique tem uma bicicleta. Mesmo assim, o serviço público é bem utilizado...
Na Holanda esse serviço também existe. Custa apenas cerca de 10 euros anuais, e está disponível em 100 estações.
Em Portugal, funciona o projeto BiCas (bicicletas públicas de Cascais). Há três quiosques onde se pode pedir uma bike pública mas, ao contrário da maioria dos sistemas de outros países, em Cascais as bicicletas servem apenas para turismo e não para transporte. Mas não deixa de ser um turismo amigo do ambiente, das pessoas e das cidades!
Em Paris, os números impressionam. Criado em 2007, o sistema disponibiliza 750 estações com 15 bicicletas cada. Para alugar uma, basta cadastrar-se, comprar créditos (29 euros pagam um ano de assinatura do serviço de 30 min. de jornada, por exemplo), chegar a uma estação e passar o cartão magnético. O usuário pode carregar o cartão online, em instalações da prefeitura ou dos correios. Em algumas estações também é possível utilizar passagens do metrô para pegar uma bicicleta.
Além da Europa, a China tem agora 40.000 bicicletas de uso público nas ruas em 1.600 estações, o Japão começa também a adotar a prática e nos EUA o aluguel é comum no circuito universitário. Rio de Janeiro e São Paulo também têm seus sistemas públicos, sendo que a mega cidade paulista oferece o serviço por um preço bem melhor: a primeira hora é gratuita e cada hora adicional custa 2 reais. A diária sai por 50 reais.
Em Brasília, o esquema funciona dentro do circuito universitário.

Nem tudo são flores - Paris fecha as margens do rio Sena à circulação de automóveis aos finais-de-semana mas, infelizmente, menos de dois anos depois da introdução do esquema, a maioria das 20 mil bikes já teve que ser reposta por causa de roubos e vandalismo. Muitas foram jogadas no Sena, dependuradas em postes e até cortadas em pedaços. Alguns ciclistas colocaram vídeos na internet mostrando manobras como estas.

Em Bruxelas o CycloCity não requer registo, mas o pagamento é sempre feito com cartões bancários. O crime não compensa: se a bicicleta não aparece o sistema vai à conta bancária do último utilizador

Ciclo-entregas: rápidas, pontuais e ecológicas

Nestes tempos de cidades grandes inchando cada vez mais, e com a crescente necessidade de consciência para um desenvolvimento sustentável, novos serviços ecologicamente corretos são criados. Como o caso de serviço de tele-entrega por bike.

Porto Alegre agora já tem também um serviço amplamente utilizado nas principais cidades do mundo: a mensageria em bicicleta. A empresa que disponibiliza o atendimento busca e entrega documentos, pacotes, tubos, caixas e tudo o que couber em suas generosas mochilas à prova d’água. Em tempos de mudança climática, escassez de petróleo e debates sobre desenvolvimento sustentável, acreditamos na necessidade urgente de serviços alternativos, eficientes e ecológicos para as cidades, e esta é uma excelente iniciativa.
“Propulsionados por pernas treinadas, somos ciclistas responsáveis e experientes”, afirma a empresa, “e devido à facilidade com que superamos o trânsito e os congestionamentos, temos a capacidade de oferecer entregas rápidas, baratas e sem ônus ambiental. O convencional veículo de entrega - a motocicleta - polui ainda mais que um carro, enquanto um Ciclo-mensageiro executa o mesmo serviço com zero emissão de carbono”.
Você ainda pode fazer pedidos online pelo site.
É, as magrelas estão tomando conta das cidades...

quinta-feira, 11 de março de 2010

Por que preferir produtos orgânicos, afinal hein?

Os produtos orgânicos, tanto de origem animal como vegetal, são mais saudáveis, têm mais sabor e podem estar bem perto de você. Ao consumir os orgânicos, você leva à mesa produtos saborosos mas com todas vitaminas e minerais preservados. E não é só comida: hoje em dia há até cosméticos orgânicos.
Veja bem: ao consumir produtos orgânicos, você contribui para o fortalecimento dessa grande rede de pessoas e instituições que trabalham por uma melhor qualidade de vida para gerações atuais e futuras. Pois é bem verdade o que diz o site do Ministério da Agricultura: “Dê produtos orgânicos a seus filhos. Seus netos agradecem”.


Estas mercadorias, como se sabe, em sua produção têm por base os princípios agroecológicos que focalizam o uso responsável do solo, da água, do ar e dos outros recursos naturais. Na agricultura orgânica não se usa substâncias que coloquem em risco a saúde humana e o meio ambiente, como por exemplo fertilizantes sintéticos solúveis, agrotóxicos e transgênicos.
De um modo geral, há uma atenção maior à toda rede da vida, inclusive na produção de produtos cosméticos certificados há o cuidado de não se realizar testes com animais. Enquanto isto, a inserção dos orgânicos nos cardápios de restaurantes tem sido uma forma de valorizar os pratos e marcar uma posição de responsabilidade dos estabelecimentos por estimularem o desenvolvimento sustentável. Fica bacana pra eles e muito bom pra você.

A rede e você - Uma das características fundamentais da produção orgânica é a preocupação com o meio ambiente, seus sistemas priorizam o uso responsável dos recursos naturais, contribuindo para o desenvolvimento sustentável. A agricultura orgânica diversifica e integra a produção de espécies vegetais e animais, gerando ecossistemas mais equilibrados.
Veja bem: ao consumir produtos orgânicos, você contribui para o fortalecimento dessa grande rede de pessoas e instituições que trabalham por uma melhor qualidade de vida para as gerações atuais e futuras. O consumidor responsável deve considerar e valorizar, no ato da compra, os produtos da estação, os regionais, aqueles que fortalecem os produtores locais e os que têm processo de produção e embalagens que agridem menos o meio ambiente.
Já que possui diferentes tipos de solo e clima - e mais uma biodiversidade incrível aliada à diversidade cultural -, o Brasil é sem dúvida um dos países com maior potencial para crescimento do setor de produtos orgânicos. Na fazenda da Embrapa, em São Paulo, de 4,3 mil hectares, localizada a 160 quilômetros de Corumbá\MS, 14 pesquisadores estudam o desenvolvimento de medicamentos homeopáticos e fitoterápicos para o tratame
nto e prevenção de doença dos bois. O uso desse tipo de produto é um dos pré-requisitos para se considerar uma carne orgânica.

Atração para todos os gostos - Outro exemplo é a indústria de cosméticos orgânicos, já bem desenvolvida em termos de opções. Em Curitiba, para se ter uma ideia, no pioneiro mercado municipal de produtos orgânicos - o primeiro empreendimento no país -, surgiu também uma interessante loja especializadíssima em cosméticos orgânicos certificados. Inclusive com itens de fabricação própria, a Cativa Natureza (foto) tem recebido intensa resposta dos consumidores mais antenados. Nada é por acaso, e não é meia dúzia de opções. Máscara com argila, hidratante, loção tônica, loção de limpeza, creme para áreas dos olhos, esfoliante, removedor de maquiagem, gel para barbear, hidratante pós-barba, shampoo e condicionador sem sal, entre outros produtos terapêuticos compõem a linha. Há opções também para homens e crianças. Tem atração para todos, o que mostra o potencial brasileiro.


Onde comprar – No site "Orgânicos - Entre para o mundo da vida saudável", do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, há várias informações importantes e também um mecanismo de busca por Estado, onde você vai encontrar feirinhas por todos o país.
Vale dar um passeio também na seção Biblioteca Multimídia. Tem vídeos bacanas e publicações com artigos de orientação ao consumidor. Confira, em especial, cartilha em quadrinhos, desenhada por Ziraldo (foto).
Pois é bem verdade o que diz o site do Ministério da Agricultura: “Dê produtos orgânicos a seus filhos. Seus netos agradecem”.
Fontes:
http://www.prefiraorganicos.com.br/
http://www.prefiraorganicos.com.br/noticias.aspx



segunda-feira, 1 de março de 2010

Ecovilas: alternativa de vida e consciência

Ecoprojetos crescem Brasil afora, cada vez mais. São formas alternativas de vida e consciência. A proposta de integração à natureza é tanta que os filhos são carinhosamente apelidados de "ecobebês".



Alimentação vegetariana, plantio orgânico, reciclagem de lixo e de esgoto, vida perto da natureza. Essa é a rotina dos moradores do Centro Ecopedagógico Bicho do Mato, localizado no bairro da Guabiraba, Zona Norte do Recife. Por lá a meta é tornar o sítio o mais sustentável possível. A propriedade, de 13,5 hectares, abriga a família do ambientalista Thomas Enlazador, de 32 anos, além de seis integrantes da Caravana Arco-Íris, projeto cultural itinerante fundado em 1996 no México.

Na comunidade, o que sobra do banho e da lavagem das roupas é filtrado e canalizado para a plantação que está associada à vegetação nativa. O varal, o banheiro, o chuveiro, a cozinha, tudo é de uso coletivo no lugar, explica Thomas, formado em direito em São Paulo e professor-visitante da disciplina ecopedagogia na UFPE.

A proposta de integração à natureza é tanta que os dois filhos de Thomas com a musicista Kalinne Ribeiro, 32, chamados carinhosamente de "ecobebês", nasceram em casa, de parto normal e humanizado. Inti Cairé, 2, nasceu no Sítio Nova Canaã, em Olinda, onde os pais estavam passando um tempo. Já o parto do caçula, 9 meses, foi sob uma árvore no Bicho do Mato. "Quando ele nasceu, a mãozinha dele tocou na terra, por isso colocamos o nome Aman Terra", disse Kalinne.

Fonte: Arauto da Consciência.


quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Orgânicos: uma nova luz na área da saúde e alimentação

Os orgânicos são mais do que produtos ecologicamente sustentáveis. Há foco também para questões sociais, não basta apenas não agredir a natureza: tem que haver esforços concretos para o homem como o principal integrante do processo. No registro de produção orgânica para a carne bovina se requer, por exemplo, que todas as crianças da fazenda estejam freqüentando a escola. Na agricultura, o cultivo sem o uso de agrotóxicos não é a única característica que define se um alimento é ou não orgânico. Para ter o certificado que garante o título, produtores têm de se enquadrar em mais de 50 normas diferentes de produção e comercialização, incluindo armazenamento, rotulagem, transporte e fiscalização. Em hipótese alguma é permitido o uso de sementes transgênicas, adubos químicos, ou hormônios e antibióticos em animais.
Por isso, OutroMundo volta ao tema. Orgânicos são uma luz, um outro mundo novo na área da saúde e alimentação.

Novas categorias de alimentos orgânicos estão sendo criadas o tempo todo. Embora o ramo orgânico represente cerca de apenas 2% da venda total de alimentos em todo o mundo, esse número continua a crescer. Só nos EUA, por exemplo, os produtos orgânicos estão disponíveis em mais de 20.000 lojas de produtos naturais e mais de 73% dos supermercados convencionais e supermercados.

Na área de estética, uma projeção da Organic Monitor (Organic Consumers Association/UK) aponta para o fato de que atualmente o consumo de cosméticos sem ingredientes sintéticos, por exemplo, é de 4%, mas que em 2012 este número poderá chegar aos 10%.


Um levantamento recente da United Soybean Board revelou que os consumidores estão dispostos a aumentar seus gastos com alimentos mais saudáveis. E a indústria dá respostas. As novas opções vão desde alimentos para bebês e pastelaria até alimentação para animais pet. Outra das “atrações” é o algodão orgânico - em essência, o cultivo a partir de plantas que não tenham sido geneticamente modificados e que também foram cultivados sem o uso de produtos químicos como pesticidas e fertilizantes. Esse produto é certificado e produzido em mais de 24 países no mundo inteiro e, a partir de 2007, a produção mundial foi se expandindo a uma incrível taxa de 50% ao ano.

É ou não orgânico? - Na agricultura, o cultivo sem o uso de agrotóxicos não é a única característica que define se um alimento é ou não orgânico. Para ter o certificado que garante o título, produtores têm de se enquadrar em mais de 50 normas diferentes de produção e comercialização, incluindo armazenamento, rotulagem, transporte e fiscalização. Entre as exigências estão a preservação da diversidade biológica dos ecossistemas, o manejo correto de resíduos, o emprego de processos que incrementem a fertilidade do solo e a inclusão de práticas sustentáveis. Em hipótese alguma é permitido o uso de sementes transgênicas, adubos químicos, ou hormônios e antibióticos em animais.
O registro de produção orgânica para a carne bovina requer envolvimento com aspectos sociais e ambientais. Um exemplo, é a exigência de que todas as crianças da fazenda estejam freqüentando a escola. O manejo orgânico visa o desenvolvimento econômico e produtivo que não polua, não degrade e nem destrua o meio ambiente e que, ao mesmo tempo, valorize o homem como o principal integrante do processo. Para se comercializar a carne bovina orgânica ou seus derivados sob selo orgânico, os mesmos devem ser produzidos em unidades de produção orgânica, seguindo rigorosamente todas as normas técnicas determinadas.
O Brasil já possui 90 mil estabelecimentos que declaram praticar agricultura orgânica. Quantidade relativamente baixa, se comparada aos mais de 3,5 milhões de brasileiros já consomem esses produtos semanalmente.


Fontes: E-Campo | Eco-Desenvolvimento
Foto: Cativa Natureza

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Uma revolução no consumo consciente... no iPhone :)

Está a caminho uma revolução no consumo consciente: GoodGuide! Ou Guia do Bem, em tradução livre e não autorizada. Guarde bem este nome porque provavelmente ouvirá falar muito dele nos próximos anos, antes talvez de virar notícia no Jornal Nacional. O esqueminha é uma ferramenta útil para quem deseja, ao fazer compras, obter informações rápidas e confiáveis sobre os impactos socioambientais de um determinado produto ou marca. O guia revela, por exemplo, a existência de substâncias tóxicas em um produto, se houve ou não exploração de trabalhadores em sua produção ou mesmo o quanto o fabricante está preocupado com a conservação do meio ambiente. Isso é bom porque também ajuda a combater nossa preguicinha básica de optar sempre pela alternativa mais rápida ou prática na hora de escolher um produto.

Essa experiência de associação entre tecnologia e consumo responsável começou a tomar corpo recentemente nos Estados Unidos. Com um aplicativo instalado no iPhone, desses que lê códigos de barra, um consumidor norte-americano pode, enquanto passeia entre as gôndolas de um supermercado, enviar informações para um banco de dados que, em segundos, revela, por exemplo, a existência de substâncias tóxicas em um produto, se houve ou não exploração de trabalhadores em sua produção ou mesmo o quanto a empresa fabricante está preocupada com a conservação do meio ambiente. Simples e prático, ajuda o consumidor mais engajado a fazer uma escolha consciente, sem grande esforço para desvendar rótulos que, quando existem, parecem elaborados para desinformar.
O GoodGuide reúne hoje dados de 75 mil produtos, que vão desde os de limpeza para casa até alimentos, cuidados pessoais e brinquedos. Com ele, é possível comparar itens similares e concorrentes, acessar um ranking com atribuição de notas e até mesmo criar uma lista de favoritos usando critérios cruzados de saúde, segurança e compromisso socioambiental.

O GoodGuide elimina, de partida, um obstáculo importante no processo de mudança de comportamento do consumidor. Na medida em que disponibiliza instantaneamente informações úteis, possibilitando a comparação, ele preenche um vácuo deixado pela ausência de indicadores claros e compreensíveis. 

Mais do que isso, rompe com a chamada “inércia cognitiva”, simplificando muito o processo de tomada de decisão. Sabe-se que a mente humana, diante de muitas alternativas de produtos, do dispêndio de energia mental para avaliar as informações de rótulos/embalagens e do tempo necessário para tal tarefa, procura sempre a opção mais rápida/satisfatória, nem sempre a ideal.
Ao conferir poder ao consumidor, o GoodGuide veio para ficar nessa era de transparência radical. Bom para consumidores e empresas. Com ele, os consumidores poderão fazer do ato de consumo um instrumento de efetiva cidadania; e mais do que isso, um exercício de altruísmo em nome de um mundo melhor e mais saudável.

Fonte: Instituto Akatu
Texto-base: Ricardo Voltolini

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Jardinagem libertária: anarquismo pro bem da natureza

Com jeito de pegar em vários países, inclusive no Brasil, a moda boa agora é fazer interferências urbanas, replantando em espaço público árvores frutíferas, arbustos e ervas.
A ideia é cada um plantar por conta própria sementes e mudas em ruas, canteiros e terrenos baldios - a ação já foi comparada ao grafite. Tem gosto de anarquia. Saudável anarquia, embora alguns se imaginem soltando "bombas" de sementes. Aliás, a galera também se une aos ativismos da turma pró-bike. Sinais dos tempos: bicicletada e jardinagem libertária, a dupla dinâmica dos novos jovens do planeta.

No Brasil, o ativismo começou por Curitiba. Durante um passeio de bike, dois amigos encontraram uma cena urbana banal: um monte de plantas recém-arrancadas, provavelmente esperando a carona do caminhão de lixo. Encostaram as bicicletas, vasculharam as plantas e viram uma bromélia que parecia disposta a encarar mais um bom tempo de vida. Com a bromélia na garupa, pedalaram até encontrar um local adequado, onde a replantaram. Serviço feito, veio a sensação de que o ato tinha uma dose de anarquia e contestação.
Nascia a expressão "jardinagem libertária", que, ao longo deste ano, espalhou-se de Curitiba para outras cidades do país. A ideia é cada um plantar por conta própria sementes e mudas em ruas, praças, canteiros e terrenos baldios - a ação já foi comparada ao grafite e é alvo de críticas. "Escolhemos esse nome porque, em primeiro lugar, não pedimos autorização para plantar a bromélia. Percebemos que cada um pode interagir criativamente com a cidade ou transferir essa liberdade para o poder público. Nossa idéia não é fazer uma ONG, formar um movimento, nada disso. É uma poética urbana", explica Goura Nataraj, 28, professor de ioga e membro do coletivo Interlux de arte livre, que propõe intervenções no espaço público.

SINCRONICIDADE PLANETÁRIA
Aos poucos, divulgada na web, a jardinagem libertária alcançou Blumenau, Campo Grande, Rio de Janeiro e São Paulo, entre outras cidades. Mas a invenção não foi brasileira, não. Sem saber, os dois curitibanos pioneiros estavam entrando em ressonância com movimentos semelhantes em outros países.
O ponto de encontro virtual é o site guerrillagardening.org, criado por Richard Reynolds para registrar suas investidas noturnas em um canteiro do prédio, no qual plantou lavanda, ciclâmen e dracena. No livro "On Guerrilla Gardening" (sobre jardinagem de guerrilha, em português), lançado neste ano, Reynolds define a atividade como "o cultivo ilícito na terra de alguém", sem vinculá-la a nenhuma vertente ideológica.
Os exemplos incluem ações como a de um jardineiro que plantou 3.400 mudas de maconha num terreno do empresário Rupert Murdoch e a de um grupo que plantava girassóis em Bruxelas e, no ano passado, criou o dia internacional da guerrilha girassol.
Essa diversidade é vista também no Brasil: em Curitiba, as ações são feitas por artistas plásticos, em Campo Grande, pelos vegetarianos, e, no Rio, por pessoas ligadas a ações pró-moradia. “Nós damos a sombra, você a água fresca”, slogan curitibano dos anos 70, convida a coletividade para o plantio de árvores. A galera também se une aos ativismos da turma pró-bike. Sinais dos tempos: bicicletada e jardinagem libertária, a dupla dinâmica dos novos jovens do planeta.

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sábado, 30 de janeiro de 2010

Preste mais atenção nessas amigas... as árvores!!!

As árvores estão aí! Nem parece, né? Na corrida do dia-a-dia, passamos reto por elas nas ruas, nem vemos, ou em nosso olhar elas figuram como objetos inanimados de cenografia, como postes e sinais. Esquecemos que são seres vivos. E nossas amigas!
Entre os raros movimentos de percepção mais funda sobre nossas aliadas, um site brasileiro estimula que as pessoas mandem fotos de árvores urbanas para disponibizá-las na web. É pouco mas o esforço coletivo é um bálsamo em meio a tanta inconsciência.

Na realidade, as árvores sempre estiveram por aqui. Elas cobriram a Terra desde os seus primórdios com um imenso manto verde e a colocaram em ressonância direta com a vida cósmica. Foi assim que a prepararam para receber a vida humana.
A humanidade só agora começa a percebê-las melhor. Um exemplo é “Árvores Urbanas”, um movimento que busca reconstruir a aproximação das pessoas com o reino vegetal através do reconhecimento, respeito e proteção das árvores adultas inseridas no contexto das cidades - freqüentemente pouco aconchegante para elas.
Ao jogar com o olhar fotográfico, a página tenta um recurso de sensibilização que ajuda a a revelar toda a sutileza daquilo que está por trás da comunicação entre as pessoas, sensíveis ao contato com a energia que promove a vida, e as árvores.

COMO PARTICIPAR
Você não precisa ser um fotógrafo profissional para participar. Basta enviar a foto da sua árvore urbana, informando o endereço (nome da rua e da cidade), uma breve descrição da cena e, se possível, o nome da espécie fotografada. Você ainda pode mandar uma sugestão de árvore a ser fotografada, basta informar o local (se não puder fotografá-la, o site publica então a sugestão para que alguém se disponha a fazê-lo). As imagens devem ter o tamanho mínimo de 800X600 pixels e serão publicadas, após seleção, ficando livres para download.  Envie para o e-mail: contato@arvoresurbanas.com.br
Confira as fotos que estão no ar e outros detalhes de participação em http://www.arvoresurbanas.com.br/

PLANTE ÁRVORES, PLANTE ÁRVORES, PLANTE ÁRVORES!!!
Você pode plantar árvores mesmo dentro de pequenos apartamentos. Elas precisam apenas de atenção, água, um pouco de terra, luminosidade e espaço que devem ser adequados para cada espécie (inicie essa pesquisa na internet). Veja algumas dicas iniciais em PLANTANDO ÁRVORES. Sabemos de pessoas que chegam a ter mais de cem mudas de árvores plantadas dentro de apartamentos pequenos, muito pequenos, mesmo. Depois que elas estiverem com um tamanho apropriado, você pode direcionar para um sítio, colocá-las para adoção por pessoas que se comprometam em cuidar bem delas, pode plantar em algum espaço comunitário perto da sua casa, ou no seu próprio pátio, ou ainda pode descobrir a maravilha que é cultivar um bonsai!!
Veja também:
VARANDA VIVA
http://avarandaviva.blogspot.com/
Plantas comestíveis, alimentação viva, a vida sem paredes...
ÁRVORES NA CIDADE
http://arvoresnacidade.blogspot.com/2009/06/arvore-cidada-o-rg-da-arvore-cadastre.html
Bom conteúdo sobre árvores urbanas e o crescimento da natureza nas cidades

“Agradecemos à humanidade por nos plantar em tão grandes extensões, o que nos permite regenerar a qualidade da terra. Sabe, as árvores são como uma pele protetora do planeta e nessa pele efetuam as mudanças necessárias. Somos as sentinelas externas dessa mudança, capazes de fazer um trabalho que outros jamais poderiam. Damos glória por isso; um sublime louvor sai de nós como o perfume sai de uma flor. É um louvor que abençoa a todos os que vêm à nossa aura e nela descansam. Porém, os que estão autocentrados demais se fecham para as nossas qualidades e não sentem a nossa vida conscientemente. Não obstante, na nossa presença todos são influenciados em certos níveis; ninguém pode entrar em nossas florestas sem fazer alguma sintonia conosco.”

Mensagem canalizada do Pinheiro-da-Escócia ou Pinheiro-Silvestre, livro “O Chamado das Árvores” de Dorothy Maclean. O site original do livro pode ser visitado no link: www.callofthetrees.com


Foto de abertura: Eliana Lúcio

sábado, 23 de janeiro de 2010

Lixo eletrônico ganha centro pioneiro de reciclagem

USP inaugura centro pioneiro para a reciclagem de lixo eletrônico. O local dispõe de depósito para categorização, triagem e destinação correta do material. O ritmo rápido de descarte gerado por esse tipo de material exige a urgente adoção de medidas como essa. Bacana!

Ao perderem a utilidade, PCs, teclados, impressoras, mouses, hard disks e drives, entre outros equipamentos de informática, tornam-se um amontoado de lixo eletrônico que oferece perigo à saúde se não tiver destino ambientalmente adequado. Com a finalidade de ajudar na resolução desse problema, o Centro de Computação Eletrônica da USP (CCE-USP) inaugurou em dezembro, na Cidade Universitária, o Centro de Descarte e Reúso de Resíduos de Informática (Cedir), órgão pioneiro na sua modalidade em instituições públicas, direcionado especialmente ao devido encaminhamento desse material. Com área de 400 metros quadrados, o galpão tem acesso para carga e descarga de resíduos, depósito para categorização, triagem e destinação de lixo eletrônico, além dos equipamentos necessários para a adequação do material.
A iniciativa é resultado do trabalho voltado à sustentabilidade em Tecnologia da Informação iniciado na unidade em 2007. O plano-piloto do projeto Cedir teve início em junho de 2008, por meio de ação realizada entre os próprios funcionários da unidade: a Operação Descarte Legal. O resultado foi a coleta, num único dia, de mais de cinco toneladas de peças e equipamentos eletroeletrônicos obsoletos.
Dados sobre o setor justificam a preocupação com a questão. Levantamento da Fundação Getúlio Vargas mostra que, só em 2008, foram comercializados 12 milhões de computadores, com tempo de vida médio ente 3 e 4 anos. No mesmo período, a Anatel registrou a venda de 21 milhões de aparelhos celular, com tempo médio de vida de um ano e seis meses, num universo de 152 milhões de assinantes. As pilhas comercializadas somaram 1,2 bilhão, sendo 400 milhões piratas.

Ações sustentáveis - Aquisição de micros verdes, como são apelidados os PCs fabricados sem chumbo e outros metais pesados, e a criação do selo verde, certificação própria para identificar as máquinas com material e funcionamento adequados ambientalmente. Essas foram as duas primeiras ações do projeto e-waste (lixo eletrônico), elaborado em 2007 pela comissão de sustentabilidade do CCE, formada por sete membros, que deu origem ao Cedir. "É uma grande conquista. Estamos muito felizes", diz Ligia Maria.
Uma nova aliança liderada pela ONU vai trabalhar globalmente para proteger o meio ambiente das montanhas de lixo eletrônico criadas quando computadores, telefones e televisores são descartados. Três agências da organização, 16 empresas, incluindo a Microsoft e a Philips, dezenas de membros de governos e universitários estão trabalhando com projetos para promover maior reciclagem e tempo útil mais longo para bens eletrônicos.

FONTE: ECOAGÊNCIA
FOTOS: EcoPlanet

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Amplie essa onda: envie sua baleia virtual pro Primeiro Ministro japonês

Colabore com o ciberativismo do Greenpeace. Pressione o governo japonês a acabar com a caça às baleias na Antártica. Aliás, pode ser divertido: faça parte da pressão internacional enviando uma baleia de origami virtual para o novo Primeiro Ministro japonês.

Cuidar dos oceanos exige enfrentar a caça de baleias no Oceano Sul. Ela é levada a cabo principalmente pelos japoneses, sob o pretexto de realizar pesquisa científica subsidiada pelo seu governo.
O Japão tenta justificar sua atividade baleeira com o argumento de que está promovendo estudos técnicos para reunir dados sobre o tamanho e a estrutura das populações de baleias. No entanto, essas infos poderiam muito bem ser coletadas por pesquisas que não envolvessem a morte de animais, óbvio!! A "caça científica" é uma falsa justificativa para os baleeiros continuarem caçando comercialmente, apesar da proibição.
Mas, pela primeira vez em mais de 50 anos, o Japão tem um novo governo. Com novos governos vêm novos objetivos políticos. Isso significa que nunca houve melhor momento para pressionarmos os japoneses por uma mudança de política relativa à atividade baleeira.
O Greenpeace inventou um esqueminha bacana de protesto. Clique aqui e crie sua baleia virtual que navegará pela internet levando sua mensagem de protesto ao governo japonês. Assine também a petição.
Amplie essa onda de pressão internacional pelo fim da caça às baleias e divulgue essa cyberação a seus amigos. Ajude a tornar 2010 o último ano de caça às baleias no Oceano Antártico.

No Brasil
O Greenpeace colocou o pé na estrada nesse verão com o projeto De praia em praia. A equipe está percorrendo os litorais fluminense e paulista para informar os turistas e população costeira sobre a importância da proteção dos oceanos para a qualidade de vida e equilíbrio do clima do planeta para a nossa e as futuras gerações.

sábado, 16 de janeiro de 2010

2010: Ano Internacional da Biodiversidade

Pois 2010 foi declarado pela Organização das Nações Unidas (ONU) o Ano Internacional da Biodiversidade para chamar atenção sobre a perda de animais e plantas provocada pela ocupação desregrada de áreas naturais, exploração predatória de recursos da natureza e poluição. Conforme a Convenção sobre a Diversidade Biológica, a taxa de perda de espécies chega a cem vezes à da extinção natural, e cresce exponencialmente.

Tentando ao menos reduzir o tamanho do problema, em 2002 a convenção propôs metas a serem alcançadas até o fim deste ano, com o comprometimento de vários países, incluindo o Brasil, como ampliar a rede de unidades de conservação e o conhecimento sobre as espécies que abriga. Por exemplo, a última lista oficial da flora brasileira é de 1908.
Nos moldes da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP15), realizada em dezembro passado em Copenhague (Dinamarca), a COP da biodiversidade tem encontro marcado para outubro de 2010 na cidade japonesa de Nagoya. O encontro avaliará os resultados das ações assumidas há oito anos para preservar a biodiversidade planetária.
Veja mais detalhes e as celebrações pelo mundo inteiro na página oficial: http://www.cbd.int/2010/welcome

FONTE: Unesco
IMAGEM: Cartaz de Divulgação da Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica (COP 8) realizada em Curitiba/PR em 2006

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Nuvem assustadoramente linda agora no Brasil

A notícia não é nova mas vale o registro por sua instigante beleza. Um tanto comum na Austrália, uma gigantesca nuvem em forma de rolo pairou desta vez sobre a Bacia de Campos, no Rio de Janeiro, no inverno do ano passado. O fenômeno durou cerca de três horas e meia e foi fotografado e filmado por trabalhadores da plataforma P9. Veja as fotos e o vídeo.




















Pois este raro evento celeste conhecido como “Morning Glory Cloud” aconteceu em um cenário bem atípico: a Bacia de Campos/RJ. Surgiu em julho, a 90Km da costa da praia de Farol de São Tomé e por mais de três horas foi acompanhado, fotografado e filmado por trabalhadores da plataforma P9, conforme tópico da comunidade “UFO Brasil” no Orkut.
Também conhecida como roll cloud (ou “nuvem rocambole”), a formação é uma nuvem baixa, horizontal, com formato de tubo, que se diferencia de todos os outros tipos de nuvens por ser uma rara ocorrência e por se formar fora da base da tempestade e de outras nuvens.
O evento é observado mais comumente no Noroeste da Austrália, sendo que o povoado de Burketown anualmente atrai pilotos de ultraleves ansiosos por sobrevoar esse grande barato cósmico.
Não é pra menos, hein? Assustadoramente belo!!



 



Veja formação ocorrida no Uruguai em janeiro de 2010:
http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/nuvem-rara-registrada-no-uruguai-14012010-26.shl#xxcomente

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Parking Day: por um dia, vagas de estacionamento se transformam em parquinhos

Já pensou transformar a faixa de estacionamento para carros num cantinho agradável, tipo parquinho ou sala-de-estar gostosa em plena rua? Mistura de prazer e ativismo, essa interessante alquimia urbana é, justamente, o lance do Parking Day.
Um grupo de ativistas escolhe uma vaga de estacionamento rotativo na rua, paga por um determinado período, mas, ao invés de deixar um carro ali, monta uma espécie de pracinha por lá, com direito a banquinho pra sentar, gramadinho, plantas, som ambiente, tapetes, pessoas lendo, conversando, tocando instrumentos musicais... Nada mal, hein?
Quando acaba o período pago, o “parquinho” é empacotado e a vaga fica liberada. Nenhum dano feito, nada ilegal rolou, mas a rua ficou melhor. Quer saber? Tem 50 cidades no mundo e três no Brasil agitando seu Parking Day. Em BH, tem até suporte da Prefeitura.
Veja os detalhes aí e um vídeo legal da operação.


No mundo urbano moderno, vivemos engaiolados em apartamentos ou atrás de jardins mega gradeados, e cada dia que passa tem mais gente retirando seu carrinho zero da loja. Pra dar uma respirada no meio do caos e também gerar manifestações de alerta para esse grande nó existencial das grandes cidades, ativistas criaram o Parking Day - ou mais precisamente: Park(ing) Day. O nome faz trocadilho com a palavra PARK, que tanto significa PARQUE como ESTACIONAR, e sugere a intenção de transformar, por um dia, vagas de estacionamento de veículos em pequenos parques.
A proposta é simples: uma vaga de estacionamento comum na via pública é transformada em área de encontro, por um dia, para chamar a atenção da população, promover discussões e buscar soluções para melhorar o trânsito da cidade. O movimento surgiu em 2005 em São Francisco, nos Estados Unidos, como iniciativa de um grupo de artistas e interessados, e se transformou em evento anual, em 19 de setembro. Hoje, ganhou o mundo e há mais de 50 cidades com seu Parking Day.
No site oficial, tem manual em PDF com várias sugestões de como mobilizar a coisa, incluindo até dicas para lidar com as autoridades. Confira lá também um slideshow bacana com as fotos dessa galera curtindo seu pedacinho de natureza em plena rua.
http://www.parkingday.org

No Brasil, o movimento já alcançou três cidades: Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo. Em BH, com apoio da Prefeitura, a ideia começou como Vaga Verde e se transformou em Rua Verde (foto à direita), com direito a um quarteirão fechado para música, dança, poesia, tenda de massagem, empréstimos de livros, exposições e tudo mais.

domingo, 13 de dezembro de 2009

Tá fazendo algo pelo planeta? Então, mostre!!

Novo site destaca ações pessoais e cotidianas pela cura do meio ambiente. Queremos ações, mudanças, agora. NOW!!!

A proposta do “Eu estou fazendo” é abrir espaço para que pessoas publiquem imagens de suas ações no dia-a-dia para salvar o sistema ecológico do planeta, como a separação do lixo doméstico da foto. “Quando publicar as ações neste site, você está mostrando na prática como podemos mudar o mundo”, diz a homepage. “Queremos mostrar às pessoas que estamos cansados de planejar, pensar e sonhar”.

O nome da publicação faz associação à expressão “doing” (fazendo) e ao relógio lembrando que temos pouco tempo para a cura planetária. O lançamento é da empresa paulistana Levitron e tem a parceria do site Vista-se.


VER EM www.dooyn.com


sábado, 12 de dezembro de 2009

Novo design transforma caixas de suprimento da ONU em bolas de futebol para crianças refugiadas

Novo design de caixas de suprimentos usadas na ONU e na Cruz Vermelha permite que sejam transformadas depois em bolas de futebol. As crianças refugiadas agradecem.

Como unir ajuda humanitária e diversão em um mesmo produto? A agência Unplug Design descobriu. Seus profissionais criaram uma embalagem capaz de substituir as caixas utilizadas atualmente por organizações como a ONU e a Cruz Vermelha para transportar alimentos, medicamentos e outros produtos e que podem ser transformadas em bolas recicláveis, proporcionando diversão a crianças refugiadas.
A Dream Ball é feita com papelão e serrilhas e pode ser montada por qualquer pessoa, sem a necessidade de ferramentas ou nenhum outro equipamento. Basta destacar as partes indicadas com as próprias mãos e trançar as fitas de papelão seguindo as instruções.
A depender do modelo da caixa, a bola poderá ter diversos tamanhos – desde bolas de baseball até as de futebol. Já o material utilizado no produto foi escolhido por dois motivos, contam os idealizadores: o primeiro foi não causar lesões nos pequenos (que geralmente jogam descalços), e o segundo foi a elasticidade oferecida pelo material.
“O projeto foi desenvolvido para as crianças do Terceiro Mundo que não podem pagar por bolas de futebol por causa da pobreza, guerras e desastres naturais”, contam os designers. “Como eles não podem pagar, ele jogam com bolas feitas de sacos plásticos ou folhas de coqueiros. Por isso queríamos criar um produto que lhes dessem também esperança”, completam.

Fonte: EcoPlanet
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Coordenação, Edição e Design:
RICARDO MARTINS

http://ricardomartinsdesign.blogspot.com/
Editor do site ABSOLUTA e de sua Série Temática, do blog YINSIGHTS, do blog CROP CIRCLES, e moderador das comunidades 11:11, Eu Sonhei com Ondas Gigantes e Crop Circles/Terra Agora no Orkut.

Contatos: r.o.m@terra.com.br
Blog do editor: http://ricardomartins1111.blogspot.com/

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