Notícia ótima!! OutroMundo recebeu apoio institucional de El Positivo, do México, de Noticias Positivas (N+), da Espanha, e de Sinergocios.Info, de Aguascalientes, no México. As alianças se dão em função de afinidade editorial, trabalhamos segundo o mesmo padrão cosmoético. Veja detalhes.
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terça-feira, 23 de novembro de 2010

Um dia sem compras: já pensou se a moda pega?

Você consegue não comprar nada, absolutamente nada, pelo menos por um dia? Há 15 anos, uma rede de ativistas organiza uma espécie de rebelião carnavalesca contra o consumo desenfreado e irresponsável, e o clímax desses esforços é o Dia sem Compras/Buy Nothing Day, onde se estimula um descanso para os cartões de crédito por 24 horas. Comemorado em 26 de novembro na América do Norte e no dia 27 nos demais países, o movimento conta com a participação de mais de 300 cidades, entre elas Paris, NY, São Francisco, Montreal, Barcelona, Tóquio, etc.

Criado em 1993 pela Fundação Adbusters Media, organização canadense, o evento hoje é celebrado em mais de 55 países e pretende ser como que uma espécie de greve geral dos consumidores, uma forma de contestação dirigida, não contra um produto em especial ou uma empresa multinacional em particular, mas contra a sociedade de consumo, essa que promove um modelo social baseado no consumismo, absolutamente insustentável.
Em vários países, ativistas vão às ruas para chamar a atenção para o assunto. Para tanto, vestem fantasias como a do "monstro do consumo", ou distribuem panfletos sobre o mal do consumismo, problema que pode causar estresse e profundos rombos em contas bancárias.

PictureVerdadeiras necessidades - O "Dia Sem Compras" obviamente não propõe o regresso à idade da pedra nem que todos os dias sejam dias sem consumo. É incentivada a reflexão sobre o modo de consumo nas atuais sociedades capitalistas. Promove-se uma postura de consumo responsável, alertando-se a sociedade para a escassez dos recursos naturais e para a necessidade de todos nós, enquanto consumidores, termos consciência da pegada ecológica originada pela produção e transporte dos produtos que temos à nossa disposição nas relações comerciais. Defende-se a sustentabilidade do planeta, promovendo o consumo consciente e local, o comércio justo e a reutilização e troca de bens.
O movimento acredita que a data pode servir de exemplo para uma mudança dos padrões de consumo e para a formação de cidadãos conscientes, participativos e críticos. Um consumo focado nas verdadeiras necessidades e tendo em conta os aspectos sociais e ambientais inerentes à preservação do planeta e ao tratamento igual que todos os seres humanos merecem.

domingo, 11 de abril de 2010

Pessoas felizes consigo mesmas atraem bons amores

Não tem outro caminho.
Para atrair boas parcerias, você precisa primeiro amar a si mesma - e bem - e esse estado de amor cria um fluxo magnético que chama o melhor para você. Seja nas relações de casal, seja em todos os gêneros de parceria social.
A terapeuta Anelise Lopes desenvolve workshop sobre o assunto e comprovou na prática que pessoas felizes consigo mesmas acabam atraindo, não só os bons ventos amorosos, mas a abundância em geral.
Veja aí.


Ao longo destes anos trabalhando em consultório com atendimentos em terapia, venho percebendo os grandes conflitos existentes em torno dos relacionamentos, então resolvi começar a estudar mais sobre o assunto e, a partir daí, surgiu a idéia de um workshop.
Num outro momento, no site Absoluta, falei sobre os relacionamentos e vínculos cármicos do passado, mas agora não posso deixar de abordar esta questão, ou seja, quando a pessoa quer o parceiro ideal, profissão ideal, casa ideal, automóvel ideal, situação econômico-financeira ideal, ela precisa fazer algo para estas coisas se tornarem possíveis.
É muito normal querermos uma vida ideal e tudo aquilo que a qualifica mas, na grande maioria das vezes, não paramos para refletir do porquê ainda não termos esta situação.
Você, leitora, é a pessoa ideal? O quanto você se dedica para se tornar boa o suficiente a ponto de atrair as melhores situações para você?
O que ocorre é que está faltando amor... amor ao próximo... solidariedade e amor por si mesma... O amor é o alimento da alma, é o que dá força para alcançarmos nosso propósito na Terra. Quando estamos enamorados (por nós mesmos ou por outra pessoa), sentimos que não há nada que não possamos conseguir. Ficamos, de certa forma, fortes, com mentes e almas mais saudáveis.
Quando resolvi desenvolver este trabalho, num primeiro momento a idéia era de ajudar no processo de encontrar o(a) parceiro(a) ideal, em termos afetivos. Porém, com o desenrolar do trabalho, percebi que os resultados iam muito além daquilo que era proposto, ou seja, as pessoas começaram a trazer outras experiências bastante interessantes. Os resultados eram não só na questão afetiva, mas também nas questões materiais, pois estávamos trabalhando com a melhora do Ser e com a lei da atração. E quando estes dois itens se juntam, os resultados são fantásticos.
No processo de escolha das parcerias ideais existem oportunidades de aprender sobre si mesmo e sobre seu propósito de vida. A jornada para este encontro começa com o conhecimento, respeito e amor próprio.

Algo lá em cima está sempre nos ouvindo - Muitas vezes enviamos um pedido ao Universo e não entendemos porque continuamos recebendo o inverso, então, é neste momento que devemos parar, refletir e fazer um inventário a respeito de nossas verdadeiras crenças e convicções, pois certamente não estão em acordo com aquilo que realmente queremos. O Universo sempre ouve nossos pedidos. Quando pedimos ou fornecemos informações a Deus, sobre nossos sentimentos, recebemos uma resposta, em geral bem imediata. Alguém ou alguma coisa lá em cima está sempre nos ouvindo.

Através dos nossos pensamentos, puxamos para o nosso campo magnético aquilo que queremos ou pensamos que queremos. Dentro da aura de cada um existe um campo magnético que produz magnetismo de amor. Quando a pessoa se ama de verdade, esse magnetismo começa a irradiar um fluxo de energia especial, que se expande sobre todas as pessoas de seu convívio. Até mesmo alguém que você não conheça, quando se aproxima sente um calor ou um sentimento de amor, sente vontade de ficar a seu lado, de conversar, estreitar laços de amizades.

Precisamos, portanto, nos tornar pessoas sadias e viver em estado de amor, pois é através deste estado que iremos criar a energia de atração das parcerias ideais.
Neste processo, temos que necessariamente passar pelo quesito auto-estima. Ela começa ao nos olharmos no espelho e gostar do que vemos, não estou falando somente da beleza externa, que pode variar de pessoa para pessoa, mas da interna também. Aprender a aceitar-se como é, cuidar de si e desenvolver-se de forma a ser a melhor pessoa possível.
Quando não se tem auto-estima é difícil acreditar que é possível se ter tudo aquilo que gostaríamos, porque não acreditamos ser merecedores e, mais ainda, não achamos ser possível o Universo conspirar para atender nossos pedidos.
Auto-estima é o somatório de autoconfiança com o auto-respeito, é o sentimento de competência pessoal e o sentimento de valor pessoal. É o que reflete implicitamente a capacidade de lidar com os desafios da vida. Quanto maior nossa auto-estima, maior a alegria que teremos pelo simples fato de ser, de despertar pela manhã, de viver dentro dos nossos próprios corpos.
São estas recompensas que a nossa autoconfiança e o nosso auto-respeito nos oferecem.

Anelise Lopes
Terapeuta atuante nas áreas de Psicoterapia Reencarnacionista e Regressão Terapêutica, Terapia de Florais, Apometria Quântica, Numerologia, Florais e Reiki
http://absoluta-parceiros.blogspot.com/2008/10/anelise-lopesperfil.html
liseplane@yahoo.com.br
PORTO ALEGRE/RS



Fotos: Edição de arte sobre foto de Cris Toth

quarta-feira, 31 de março de 2010

Casamento ecológico: divertido, avançado e correto. Não deixe pros outros, faça o seu assim!







Na onda de sensibilização em favor da sustentabilidade do planeta, mais e mais os planejadores de festas de casamento estão sendo contratados para concepção de cerimônias “verdes”. Já há também sites especializados. A partir deles, OutroMundo selecionou algumas dicas bem acessíveis para ajudar você a realizar um casamento bonito, alegre, porém também ecologicamente consciente. Confira aí. Algumas soam meio avançadas mas são divertidas e “planetariamente” corretas.

- Escolha um lugar com significado. Já pensou se casar num museu, galeria de arte, espaço cultural? Além de climão especial, o aluguel sai bem mais em conta.

- Ofereça vasinhos de plantas ou potes de mel como lembrancinhas.

- Imprima os convites em papel reciclado. Você pode incorporar sementes de flores silvestres para seus convidados.

- Se você tiver seu casamento e recepção no mesmo local, vai diminuir as emissões de automóveis para o ar. E ao invés de alugar uma limusine ou outro carrão grandão, tente usar um carro híbrido compacto, ou até mesmo uma charrete para uma vibe mais original e fashion. Se os dois locais são distantes, pense na idéia divertida de alugar um ônibus para levar os convidados, evitando vários carros trafegando e sujando a atmosfera.

- Use alimentos locais e orgânicos sempre que possível, e doe as sobras de comida para uma entidade assistencial. Prefira também flores sazonais para a cerimônia e recepção.

- Use muitas velas: é romântico, causa bom efeito e economiza energia.

- Reduzir e re-utilizar: menos é mais. Use materiais de época, itens de brechó, arte reciclada, etc. Decore com bambu, considerado um dos mais sustentáveis materiais do planeta. E sua decoração pode ficar linda e moderna.

- Alternativamente, você pode ter um vestido personalizado, feito de matérias-primas orgânicas cultivadas sem pesticidas, como tafetá feito de milho, seda misturada com cânhamo, etc.

- A cor branca é tradicional, ok, mas evite processo químico tóxico para chegar na cor.

- Adote toalhinhas de tecido no lugar de guardanapo de papel.


FONTE
http://www.theknot.com/
http://www.greatgreenwedding.com/

Bícis públicas: pedale de graça e encoste a magrela para outro cidadão usar

Para facilitar o trânsito congestionado das grandes cidades e para diminuir a poluição ambiental, várias prefeituras pelo planeta estão adotando o sistema de aluguel de bicicletas. 
O princípio das bícis públicas é quase o mesmo na maior parte da Europa: o cara "encontra" uma bicicleta na rua, vai até o seu destino pedalando e deixa a magrela por lá para que próximo cidadão a utilize. Tudo de graça. Ou quase isso.

Em Munique, as bicicletas ficam travadas por um sistema eletrônico e a liberação é feita pelo telefone celular. Basta ligar, dar o número da bicicleta e o seu número de cadastro no serviço. Ao final do trajeto, outra ligação rápida e a trava eletrônica entra em ação até que outra pessoa deseje utilizá-la.
O mais incrível é que quase todo cidadão de Munique tem uma bicicleta. Mesmo assim, o serviço público é bem utilizado...
Na Holanda esse serviço também existe. Custa apenas cerca de 10 euros anuais, e está disponível em 100 estações.
Em Portugal, funciona o projeto BiCas (bicicletas públicas de Cascais). Há três quiosques onde se pode pedir uma bike pública mas, ao contrário da maioria dos sistemas de outros países, em Cascais as bicicletas servem apenas para turismo e não para transporte. Mas não deixa de ser um turismo amigo do ambiente, das pessoas e das cidades!
Em Paris, os números impressionam. Criado em 2007, o sistema disponibiliza 750 estações com 15 bicicletas cada. Para alugar uma, basta cadastrar-se, comprar créditos (29 euros pagam um ano de assinatura do serviço de 30 min. de jornada, por exemplo), chegar a uma estação e passar o cartão magnético. O usuário pode carregar o cartão online, em instalações da prefeitura ou dos correios. Em algumas estações também é possível utilizar passagens do metrô para pegar uma bicicleta.
Além da Europa, a China tem agora 40.000 bicicletas de uso público nas ruas em 1.600 estações, o Japão começa também a adotar a prática e nos EUA o aluguel é comum no circuito universitário. Rio de Janeiro e São Paulo também têm seus sistemas públicos, sendo que a mega cidade paulista oferece o serviço por um preço bem melhor: a primeira hora é gratuita e cada hora adicional custa 2 reais. A diária sai por 50 reais.
Em Brasília, o esquema funciona dentro do circuito universitário.

Nem tudo são flores - Paris fecha as margens do rio Sena à circulação de automóveis aos finais-de-semana mas, infelizmente, menos de dois anos depois da introdução do esquema, a maioria das 20 mil bikes já teve que ser reposta por causa de roubos e vandalismo. Muitas foram jogadas no Sena, dependuradas em postes e até cortadas em pedaços. Alguns ciclistas colocaram vídeos na internet mostrando manobras como estas.

Em Bruxelas o CycloCity não requer registo, mas o pagamento é sempre feito com cartões bancários. O crime não compensa: se a bicicleta não aparece o sistema vai à conta bancária do último utilizador

Ciclo-entregas: rápidas, pontuais e ecológicas

Nestes tempos de cidades grandes inchando cada vez mais, e com a crescente necessidade de consciência para um desenvolvimento sustentável, novos serviços ecologicamente corretos são criados. Como o caso de serviço de tele-entrega por bike.

Porto Alegre agora já tem também um serviço amplamente utilizado nas principais cidades do mundo: a mensageria em bicicleta. A empresa que disponibiliza o atendimento busca e entrega documentos, pacotes, tubos, caixas e tudo o que couber em suas generosas mochilas à prova d’água. Em tempos de mudança climática, escassez de petróleo e debates sobre desenvolvimento sustentável, acreditamos na necessidade urgente de serviços alternativos, eficientes e ecológicos para as cidades, e esta é uma excelente iniciativa.
“Propulsionados por pernas treinadas, somos ciclistas responsáveis e experientes”, afirma a empresa, “e devido à facilidade com que superamos o trânsito e os congestionamentos, temos a capacidade de oferecer entregas rápidas, baratas e sem ônus ambiental. O convencional veículo de entrega - a motocicleta - polui ainda mais que um carro, enquanto um Ciclo-mensageiro executa o mesmo serviço com zero emissão de carbono”.
Você ainda pode fazer pedidos online pelo site.
É, as magrelas estão tomando conta das cidades...

Bookcrossing: livros rodam de mão em mão, de graça

Sabia que tem gente que deixa livro de propósito por aí na rua?
A onda é essa. Livros aparentemente abandonados no meio da rua são, em realidade, cuidadosamente "esquecidos" para estimular o giro das obras por aí. A ideia é democratizar o acesso à cultura, "libertando" um exemplar em local público de grande circulação para que outros o encontrem, leiam, voltem a libertá-lo e assim sucessivamente.
Inicialmente espontâneo, informal e silencioso, o movimento hoje ganhou um site e normas de atuação, ancorando cerca de um milhão de cadastrados, gente bacana de mais de 130 países, incluindo brasileiros.

Surgido nos EUA em 2001, o bookcrossing estimula o desapego e sonha transformar o mundo inteiro numa biblioteca a céu aberto. Ao invés de manter as obras paradas em suas estantes, os ativistas do movimento tratam de libertar seus livros em locais públicos - cafés, paradas de ônibus, bancos de praças e onde mais a imaginação aprontar - na intenção de que o maior número de pessoas possam ler, tornando verdadeiramente universal o acesso à cultura.

Este interessante padrão de troca ganhou uma comunidade web para gerenciar sua circulação de perto. Para colocar uma obra a girar por aí, é preciso se cadastrar no site http://www.bookcrossing.com/ , registrar o livro e colar uma explicação sobre o projeto na contracapa, informando seu número de identificação. Depois, é só avisar quando e em que local vai libertar o livro. Quem o encontra, avisa o site, inclusive anonimamente. Assim, é possível seguir o trajeto dos livros nas suas viagens pelo mundo (à direita, livro deixado em Sidney).

Obviamente, com tanta liberdade e informalidade assim, muitos livros não dão mais notícias de si. Para compensar, como propulsoras do movimento, surgiram zonas oficiais de bookcrossing, lugares como restaurantes e cafeterias que, com o aval dos donos, reservam espaço para a "libertação" das obras, em geral listadas no site. No Brasil, existem algumas destas zonas, como Casa das Rosas, Creperia Central das Artes e Salommão Bar (Sampa); Lunático Café (Rio); Ricota Restaurante (Curitiba); e Café Bonobo (Porto Alegre), entre outras.

Estante pública
Outro movimento parecido é a estante de rua, como acontece em Porto Alegre. Instalada em uma parada de ônibus, a iniciativa partiu de um grupo artístico que bolou a instalação primeiramente com 50 volumes sobre arte e, aos pouquinhos, a galera da rua foi pegando os livros e deixando outros no lugar, criando uma espécie de biblioteca pública ao ar livre. A ideia inicial, inclusive, não tinha a ver diretamente com incentivo à leitura mas, sim, com a ocupação "mais poética" do espaço público pela população. Mas a provocação tomou outros rumos e deu no que deu. Felizmente!



Nadismo: um clube pra fazer exatamente nada


Ficar às vezes sem fazer nada é uma delícia! Mas pra muita gente não é tão fácil quanto parece... Na doideira da vida moderna urbana, desaprendemos a parar. Quando ficamos quietos, sem fazer nada, dá até sentimento de culpa... Pois o Clube de Nadismo foi criado exatamente para dar um stop nessa correria. São encontros públicos e gratuitos, em parques ou outros locais de alto astral, onde o povo se reúne pra exercitar essa sabedoria esquecida: não fazer nada, sem culpa, sem estresse. Tem gente que no início nem consegue, tal é o loucuredo da vida.
Quer experimentar? Dá pra se associar e ficar por dentro dos próximos eventos.

Quem está buscando mais qualidade de vida sabe que a correria do dia-a-dia é o principal fator de estresse. Quando não temos mais tempo pra nada, quando estamos sempre ocupados e com pressa, sentimos que é impossível ficar sem fazer nada, mesmo por um minuto. Por isso é tão difícil parar, desligar, desconectar... É como se fosse proibido! Ficar sem fazer nada parece perder de tempo, parece ser algo inútil e, ao mesmo tempo, nos gera ansiedade e sentimento de culpa. Viver nesse ritmo é muito ruim e acabamos tristes e doentes.
Isso precisa mudar!
O “nadismo” é essa mudança de consciência. É se dar conta de que é importante parar. É perceber que as pausas são vitais para a nossa saúde e que todos devem ter o direito de ficar sem fazer nada de vez em quando.
Com data e horário combinados, o Clube de Nadismo cria encontros onde a galera se reúne especificamente para não fazer nada, inclusive com direito a uma barraca em forma de cubo onde pode a pessoa pode ficar mais consciente ainda do que é “nadear”. A divulgação da função na imprensa acaba indiretamente estimulando a reflexão da sociedade sobre o excesso de atividade, a pressa, ansiedade e estresse resultantes do estilo de vida acelerado. Tema que vem sendo abordado por estudiosos como Carl Honoré/“Devagar” (movimento Slow), Domenico De Mais/“O Ócio Criativo” e Dr. David Kundtz/ “A Essencial Arte de Parar”.

O fundador do inusitado clube e promotor dos eventos é o designer gaúcho Marcelo Bohrer (que também aparece deitado na foto grande). Ele próprio teve um tilt sério por conta do estresse e depois, então, resolveu fazer experiências para testar por que hoje em dia as pessoas não conseguem parar.

O insight lhe caiu quando esteve em Londres. Ele conta:
- Quando estive lá, fiz uma placa que, de um lado, dizia em inglês "Você está com pressa, muito ocupado, muito estressado?". E do outro: "Faça nada! Aprenda uma lição aqui e agora. 10 libras = 10 minutos". Fui três dias para a entrada da estação de Liverpool Street, onde há muitos escritórios, e fiquei parado lá na hora do pique, esperando a reação das pessoas. Ganhei a simpatia da maioria dos transeuntes, o interesse de muitos, que comentavam "Com certeza!", "Você está certo!", e até uma doação para a "causa". Contudo, as pessoas pareciam ter um bloqueio que as impedia de parar, mesmo demonstrando intenção. Para essas que hesitavam e seguiam, eu dizia: "Apenas reflita, todo mundo tem 10 libras, mas ninguém tem 10 minutos".
Em 2006, fundou o Clube, que teve seu lançamento oficial no Brasil, já passou por capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre, e também teve suas andanças internacionais, como Nova Iorque, em pleno Central Park. Atualmente o clube já conta com mais de seis mil sócios.
Marcelo também lançou o livro "Nadismo - Uma Revolução Sem Fazer Nada". Em entrevista no programa de Jô Soares, mostrou uma edição em pré-lançamento: no interior, todas as páginas estavam em branco, para espanto do apresentador, hehe.

Resumindo...
Ficar às vezes sem fazer nada é uma delícia! Mas pra muita gente não é tão fácil quanto parece...
É simples, na hora em que você quiser parar, decida que esse é o SEU momento de nadismo. Dê a você mesmo esse direito! Podem ser apenas alguns minutos, meia hora, a tarde toda... E tem uma, hein? Dormir não vale. Dormir não é exercitar o nada conscientemente. Nadear é mais do que isso...


Saiba mais sobre o Clube de Nadismo e as cidades e datas onde acontecem os encontros em www.clubedenadismo.com.br

Comunidade no orkut
http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=11290065

Blog
http://clubedenadismo.blogspot.com/

quinta-feira, 11 de março de 2010

Por que preferir produtos orgânicos, afinal hein?

Os produtos orgânicos, tanto de origem animal como vegetal, são mais saudáveis, têm mais sabor e podem estar bem perto de você. Ao consumir os orgânicos, você leva à mesa produtos saborosos mas com todas vitaminas e minerais preservados. E não é só comida: hoje em dia há até cosméticos orgânicos.
Veja bem: ao consumir produtos orgânicos, você contribui para o fortalecimento dessa grande rede de pessoas e instituições que trabalham por uma melhor qualidade de vida para gerações atuais e futuras. Pois é bem verdade o que diz o site do Ministério da Agricultura: “Dê produtos orgânicos a seus filhos. Seus netos agradecem”.


Estas mercadorias, como se sabe, em sua produção têm por base os princípios agroecológicos que focalizam o uso responsável do solo, da água, do ar e dos outros recursos naturais. Na agricultura orgânica não se usa substâncias que coloquem em risco a saúde humana e o meio ambiente, como por exemplo fertilizantes sintéticos solúveis, agrotóxicos e transgênicos.
De um modo geral, há uma atenção maior à toda rede da vida, inclusive na produção de produtos cosméticos certificados há o cuidado de não se realizar testes com animais. Enquanto isto, a inserção dos orgânicos nos cardápios de restaurantes tem sido uma forma de valorizar os pratos e marcar uma posição de responsabilidade dos estabelecimentos por estimularem o desenvolvimento sustentável. Fica bacana pra eles e muito bom pra você.

A rede e você - Uma das características fundamentais da produção orgânica é a preocupação com o meio ambiente, seus sistemas priorizam o uso responsável dos recursos naturais, contribuindo para o desenvolvimento sustentável. A agricultura orgânica diversifica e integra a produção de espécies vegetais e animais, gerando ecossistemas mais equilibrados.
Veja bem: ao consumir produtos orgânicos, você contribui para o fortalecimento dessa grande rede de pessoas e instituições que trabalham por uma melhor qualidade de vida para as gerações atuais e futuras. O consumidor responsável deve considerar e valorizar, no ato da compra, os produtos da estação, os regionais, aqueles que fortalecem os produtores locais e os que têm processo de produção e embalagens que agridem menos o meio ambiente.
Já que possui diferentes tipos de solo e clima - e mais uma biodiversidade incrível aliada à diversidade cultural -, o Brasil é sem dúvida um dos países com maior potencial para crescimento do setor de produtos orgânicos. Na fazenda da Embrapa, em São Paulo, de 4,3 mil hectares, localizada a 160 quilômetros de Corumbá\MS, 14 pesquisadores estudam o desenvolvimento de medicamentos homeopáticos e fitoterápicos para o tratame
nto e prevenção de doença dos bois. O uso desse tipo de produto é um dos pré-requisitos para se considerar uma carne orgânica.

Atração para todos os gostos - Outro exemplo é a indústria de cosméticos orgânicos, já bem desenvolvida em termos de opções. Em Curitiba, para se ter uma ideia, no pioneiro mercado municipal de produtos orgânicos - o primeiro empreendimento no país -, surgiu também uma interessante loja especializadíssima em cosméticos orgânicos certificados. Inclusive com itens de fabricação própria, a Cativa Natureza (foto) tem recebido intensa resposta dos consumidores mais antenados. Nada é por acaso, e não é meia dúzia de opções. Máscara com argila, hidratante, loção tônica, loção de limpeza, creme para áreas dos olhos, esfoliante, removedor de maquiagem, gel para barbear, hidratante pós-barba, shampoo e condicionador sem sal, entre outros produtos terapêuticos compõem a linha. Há opções também para homens e crianças. Tem atração para todos, o que mostra o potencial brasileiro.


Onde comprar – No site "Orgânicos - Entre para o mundo da vida saudável", do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, há várias informações importantes e também um mecanismo de busca por Estado, onde você vai encontrar feirinhas por todos o país.
Vale dar um passeio também na seção Biblioteca Multimídia. Tem vídeos bacanas e publicações com artigos de orientação ao consumidor. Confira, em especial, cartilha em quadrinhos, desenhada por Ziraldo (foto).
Pois é bem verdade o que diz o site do Ministério da Agricultura: “Dê produtos orgânicos a seus filhos. Seus netos agradecem”.
Fontes:
http://www.prefiraorganicos.com.br/
http://www.prefiraorganicos.com.br/noticias.aspx



segunda-feira, 1 de março de 2010

Ecovilas: alternativa de vida e consciência

Ecoprojetos crescem Brasil afora, cada vez mais. São formas alternativas de vida e consciência. A proposta de integração à natureza é tanta que os filhos são carinhosamente apelidados de "ecobebês".



Alimentação vegetariana, plantio orgânico, reciclagem de lixo e de esgoto, vida perto da natureza. Essa é a rotina dos moradores do Centro Ecopedagógico Bicho do Mato, localizado no bairro da Guabiraba, Zona Norte do Recife. Por lá a meta é tornar o sítio o mais sustentável possível. A propriedade, de 13,5 hectares, abriga a família do ambientalista Thomas Enlazador, de 32 anos, além de seis integrantes da Caravana Arco-Íris, projeto cultural itinerante fundado em 1996 no México.

Na comunidade, o que sobra do banho e da lavagem das roupas é filtrado e canalizado para a plantação que está associada à vegetação nativa. O varal, o banheiro, o chuveiro, a cozinha, tudo é de uso coletivo no lugar, explica Thomas, formado em direito em São Paulo e professor-visitante da disciplina ecopedagogia na UFPE.

A proposta de integração à natureza é tanta que os dois filhos de Thomas com a musicista Kalinne Ribeiro, 32, chamados carinhosamente de "ecobebês", nasceram em casa, de parto normal e humanizado. Inti Cairé, 2, nasceu no Sítio Nova Canaã, em Olinda, onde os pais estavam passando um tempo. Já o parto do caçula, 9 meses, foi sob uma árvore no Bicho do Mato. "Quando ele nasceu, a mãozinha dele tocou na terra, por isso colocamos o nome Aman Terra", disse Kalinne.

Fonte: Arauto da Consciência.


sábado, 20 de fevereiro de 2010

Vida Vegan VegTour: o ativismo gastronômico

O jovem chef Alan Chaves é especializado em gastronomia vegan e, em 2009, cruzou o país com seu Vida Vegan VegTour. Em suas aulas, demonstra para um público em sua maioria formado por não-vegetarianos que pratos que não utilizam produtos de origem animal podem ser práticos, baratos e muito saborosos. 
Pra 2010, Alan contará com a ajuda da chef chilena Martha Gonzalez e do fotógrafo Gabriel Soares. Confira se o trio do ativismo gastronômico passará em sua cidade.

O ano de 2009 foi bem agitado para Alan Chaves, que viajou por 20 cidades das regiões Sul, Sudeste e Nordeste, em seu projeto chamado Vida Vegan VegTour. O jovem chef, que prefere ser chamado de “ativista gastronômico” cruzou o Brasil com sua aula de molhos e pastas, demonstrando para um público em sua maioria formado por não-vegetarianos que pratos que não utilizam produtos de origem animal podem ser práticos, baratos e muito saborosos.
Transcendendo os limites da cozinha, Alan realizou aulas e jantares em locais que variavam de universidades de nutrição e restaurantes, até cozinhas domésticas e shows de rock, levando suas preparações a todo tipo de público de forma irreverente e despojada, colecionando novos amigos e simpatizantes do vegetarianismo.

Novos apoios - E quem imagina que ele descansaria depois de toda essa aventura, se engana: VegTour 2010 esta aí, para começar o ano com muitas receitas saborosas Brasil afora. Mas nesta segunda edição a família Vida Vegan aumentou, pois Alan Chaves contará com a ajuda da chef chilena Martha Gonzalez e do fotógrafo Gabriel Soares.

A história de Martha se assemelha muito com a de Alan, que também teve seu contato com vegetarianismo através de bandas que abordavam a temática, tornando-se vegetariana em 2000 e, meses depois, vegana. Logo em seguida, Martha começou a fazer seus próprios bolos sem leite e sem ovos, e o desafio se tornou uma paixão.

Assim, Martha decidiu estudar confeitaria no Instituto Profissional Diego Portales, ganhando a duras penas o respeito e admiração de seus professores e colegas pela criatividade e capacidade de adaptação de suas preparações. Em Santiago, sua cidade natal, Martha trabalha na única loja vegetariana da capital, chamada Arte Vegetal e também faz doces e salgados por encomenda. Neta e irmã de chefs de cozinha, Martha dá continuidade à paixão de sua família. Assim como Alan, ela acredita em uma cozinha simples e descomplicada, onde todos tenham acesso e obtenham mais autonomia em suas vidas.
Desde que começou a se interessar por fotografia na ESPM, onde é formado, Gabriel Soares já fotografava a banda xAMORx, cujo Alan é baterista. Através da banda, ele se tornou vegano e depois de um tempo assumiu o vocal. A partir de 2007 começou a fotografar as bandas de rock mais seguidamente, dentre elas a banda de Martha, chamada To Feel Alive, onde os três se conheceram e tocaram juntos em um show em Porto Alegre. Gabriel convenceu Alan e Martha que, com boas fotos, suas preparações ficariam muito mais saborosas, e o registro da viagem muito mais rico, completando assim o trio da nova família Vida Vegan.
Dando continuidade ao objetivo de desmistificar a gastronomia, os jovens chefs definiram um cardápio sofisticado mas muito simples de executar, desejando aproximar os alunos aos bastidores de um restaurante. Apostando em pratos de verão para incluir cores e sabores que não utilizamos frequentemente na mesa, além da praticidade, refrescância e leveza que esta época nos pede, Vida Vegan apresentará um menu completo com entrada, prato principal, sobremesa e opções de drinks sem álcool.

Os pratos apresentados em aula serão:
:: Salada à Caesar
:: Molho Tártaro
:: Grano Duro com Acelga Picante e Frutas Cítricas
:: Tomate Recheado com Tofupiry e Ervas
:: Purê Agridoce com Crispies de Coco ao Alho e Limão
:: Frutas com Calda de Redução de Champagne
:: Frozen de Guaraná com Menta e Limão
:: Lasse de Maracujá

ATENÇÃO PARA AS DATAS
27 de Fevereiro – Sábado – BELO HORIZONTE
06 de Março – Sábado – VITÓRIA
07 de Março – Domingo – VITÓRIA
13 de Março – Sábado – RECIFE
14 de Março – Domingo – JOÃO PESSOA
20 de Março – Sábado – ARACAJU
21 de Março – Domingo – ARACAJU
25 de Março – Quinta – MACEIÓ
27 de Março – Sábado – SALVADOR
02 de Abril – Sexta – SERRANA
03 de Abril – Sábado – SERRANA
04 de Abril – Domingo – SERRANA
08 de Abril – Quinta – GUARAPUAVA
10 de Abril – Sábado – CURITIBA
11 de Abril – Domingo – CURITIBA
15 de Abril – Quinta – BLUMENAU
16 de Abril – Sexta – BLUMENAU
17 de Abril – Sábado – BLUMENAU
24 de Abril – Sábado – RIO GRANDE
25 de Abril – Domingo – CANOAS
02 de Maio – Domingo – PORTO ALEGRE
Mais informações no Blog mantido pelo Alan:
http://cozinheirovidavegan.wordpress.com/
Blog da Martha:
http://xmarthagonzalesx.blogspot.com/
Flickr do Gabriel:
http://www.flickr.com/photos/gabrielsoares1978/

FONTE: Vista-se

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

É só (?) um arco-íris


Enquanto palestras e debates costuravam a temática do seminário do Fórum Social Mundial 2010 - Dez Anos Depois: Desafios e Propostas Para Um Outro Mundo Possível -, uma pequena ilha em meio ao Fórum vivenciava na prática um outro mundo e mostrava que “sim, é possível”.

Por Vera Damian, especial para EcoAgência de Notícias

A Aldeia da PAZ - nome psicodélico que remete para uma utopia futurística – criou uma nação de 350 pessoas de vários lugares e países num espaço delimitado dentro do Acampamento Intercontinental da Juventude. Ausência de álcool, de cigarros industrializados e de produtos de origem animal. Presença de trabalho e solidariedade.
"Nunca duvide que um pequeno grupo de cidadãos preocupados e comprometidos possa mudar o mundo. De fato, é só isto que o tem mudado". A frase de Margaret Mead foi exibida e justificada na Aldeia da Paz . Desde sexta-feira, 22 de janeiro, quando os integrantes começaram a chegar até o dia 27 (quando estive lá) já haviam implementado soluções exemplares.
No armazém do cais do Porto, os debates do seminário Nova Agenda de Sustentabilidade apontavam que discursar sobre o antineoliberalismo já não é suficiente. “O grande desafio hoje é colocar a socialização dos bens comuns da natureza no centro da teoria e da prática”, palestrou Fátima Mello (Fase/Brasil).
Na Aldeia da Paz não aconteciam palestras nem debates antiqualquercoisa. Só conversas em grupos - sempre em formato de roda - e ações - decididas no coletivo das rodas matinais e por adesão espontânea ao trabalho.
“Informação já temos demais. O objetivo aqui é fortalecer os laços de afetividade e utilizar ferramentas sócio-ambientais para vivenciar”, explica Thomas Lazador, integrante da Aldeia (mestre em Gestão de Políticas Ambientais, mas se apresenta como educador).
Com técnicas de bioconstrução o povo da Aldeia montou tendas (uma delas com telhado verde), banheiro-seco, estação de tratamento para águas residuais (pia de cozinha), composteira para os resíduos orgânicos, construiu um fogão e um forno de barro de baixo consumo de lenha.

Paradoxos
Falou-se tanto em todas as edições dos FSM na importância do cuidado com as crianças. A Aldeia pode ter tido o único espaço – Espaço das Abelhinhas - que se preocupou em cuidar das crianças para que os pais participassem de outras atividades. Não só cuidar - passear, brincar, tomar banho de piscina de lama, decorar o fogão de barro com botões .... “Nestes poucos dias, minha filha de dois anos já começa a entender sobre a importância de incluir o outro – o que tu acha mamãe, pergunta mamãe o que eu acho. É muito lindo”, conta Sieli Pontalti, uma das cuidadoras.
Nos 10 Anos de Fórum falou-se muito em Economia Solidária. Na Aldeia todos os dias às 18 horas é montada a tenda de trocas com de tudo um pouco, inclusive de sementes crioulas para garantir a segurança alimentar. Mais que troca, propõe-se um exercício de desapego para o reuso, reciclagem, redução de consumo.
Na Aldeia da PAZ ninguém passa fome. A cozinha comunitária serve diariamente cerca de 900 refeições da culinária vegana (sem produtos de origem animal). A compra dos insumos é feita com os recursos do “Chapéu Mágico”, que roda livremente para arrecadar. Dê o que dê.
Na Aldeia da Paz não se lamenta sobre o monopólio da grande mídia. Criou-se uma Produtora Cultural Colaborativa que ficou responsável pela rádio do Acampamento da Juventude - notícias, entrevistas, músicas...
Quem passar pela produtora se depara com a placa : “Oferecemos gravação de áudio, vídeo, videoclip, páginas na internet, criação de logotipos, folders”. A produção é de voluntários. A veiculação é feita em sites, rádios web, fanzine e redes sociais na internet, acabando por atingir milhares (sem conta) de pessoas. Um público que pode ser até maior que o das grandes mídias convencionais.
Um dos idealizadores é Pedro Jatobá, assessor de cultura digital de uma ong voltada para a sustentabilidade dos artistas. É dele que vem o que deveria ser o resumo prático dos 10 anos do FSM: “Queremos que tudo isto aqui da Aldeia da PAZ se torne verdade lá fora.”
A Aldeia da Paz encerra as atividades domingo com o compromisso de deixar o seu território mais asseado e organizado do que foi recebido.
Esta é a quinta participação da Aldeia da Paz no FSM, a mais organizada, mas também pode ser a última. A idéia agora é plantar a bandeira da Paz e acender o foto sagrado em algum lugar do país, de forma permanente.
A bandeira da Paz foi trazida desde o México pelo peregrino Oscar Tinajero para o FSM em 2001. Ele viaja com a bandeira desde 1996, quando a recebeu no encontro Diálogos de Paz, promovido pelo Exército Zapatista.
Segundo ele, “os três círculos significam a integração da ciência, arte e espiritualidade, bem como o físico, o emocional e o mental como elementos formadores de uma só cultura planetária.” A bandeira é reconhecida pela ONU e está presente em vários países.
Considerado um ícone da Aldeia da PAZ, Oscar é sintético ao avaliar o FSM: “falar é bom para abrir a consciência, mas faz falta o passo seguinte. A verdadeira mudança vem de si mesmo e só cada um pode fazê-la. A Aldeia está nos ensinando o caminho do arco-iris”.

Fotos: www.midiaindependente.org e Eduardo Cezimbra

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Casacos de pele são doados para aquecer animais selvagens em reabilitação

Boa notícia vem dos americanos dessa vez. Para quem pretende se livrar de casacos de pele, a Humane Society tem uma bela sugestão como reciclagem definitiva: colocá-los nas costas de outros animais. Funcionam como cama quentes para animais selvagens órfãos ou doentes.

As roupas de pele doadas para o programa “Cubs” auxiliam animais selvagens órfãos, feridos ou doentes que foram resgatados e precisam de cobertores para se manter aquecidos. Em 2009, 2.687 peles foram recolhidas pela iniciativa.
“Usamos as roupas de pele como caminhas para acomodar os animais e reduzir o estresse”, disse Michael Markarian, o chefe responsável de operações. “As peças substituem a mãe dos animais, mantendo-os confortáveis.”
As roupas são encaminhadas para centros de reabilitação de vida selvagem que acolhem filhotes de gambás, esquilos, coiotes e outros animais.
Markarian revelou que a maioria dos casacos é doada por pessoas que descobriram os horrores das peles, incluindo as condições desumanas de confinamento, exploração e morte torturante dos animais em fazendas de peles.”É uma maneira bondosa de devolver a pele aos animais”, comentou.
“É uma forma marcante e generosa de dar um bom fim a algo que começou de forma trágica. Conheço muitos jovens envolvidos no projeto,” disse Sherry Schlueter, diretora do Centro de Vida Selvagem da Flórida (Flórida Wildlife Center).
A entidade já havia usado casacos para bebês de vida selvagem no passado, mas os funcionários e voluntários tiveram sempre de pechinchar para doações, ou se puxarem em vendas de garagem e brechós. Depois de se tornar um afiliado da Humane Society em junho do ano passado, o centro tem três caixas cheias de peles e está bem abastecido para a estação.
Detalhe: os casacos grandes funcionam muito bem, mas bonés e chapéus são ainda melhores, segundo os ativistas, porque não é necessário cortá-los e já são arredondados como ninhos.

Fonte: Associated Press
http://www.humanesociety.org/

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Animais podem ganhar advogados na Suíça

A Suíça dá um bom exemplo, realizando em março referendo sobre uma proposta que prevê que cada cantão do país seja obrigado a indicar um advogado para proteger animais domésticos de abusos - sejam eles bichos de estimação ou criados em fazendas. 

Recentemente o país mudou sua Constituição para garantir a proteção da "dignidade" da fauna e aprovou lei no ano passado estabelecendo os direitos de criaturas como canários, porquinhos da índia e peixinhos dourados.
"Os seres humanos acusados de crueldade contra os animais podem contratar um advogado ou ter um indicado para eles mas os animais não podem", disse o advogado Antoine Goetschel, segundo o jornal britânico "The Sunday Times".
Em 2007, o cantão de Zurique indicou Goetschel como "defensor dos animais" em uma experiência cujo sucesso encorajou grupos de defesa dos animais a organizarem uma campanha para o referendo. O Sunday Times disse que o grupo recolheu mais do que as 100 mil assinaturas necessárias para a realização da consulta popular a nível nacional.
Mas governo e fazendeiros são contrários à proposta, por temerem a adoção de normas mais rigorosas se a moção for aprovada no dia 7 de março. Na semana passada, foi organizada uma comissão chamada "Não à Iniciativa para Advogados Inúteis para Animais".
De acordo com reportagem do "Sunday Times", a lei para proteger aminais domesticados prevê que "animais sociáveis" como canários e porquinhos da índia não sejam criados sozinhos.
Tanques com peixinhos dourados não podem ter todas as suas faces de material transparente porque o peixe precisa de abrigo. As pessoas que quiserem ter cachorro têm que fazer um curso de quatro horas sobre os cuidados com bichos de estimação antes de adquirirem um animal.

FONTE: BBC Brasil

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Jardinagem libertária: anarquismo pro bem da natureza

Com jeito de pegar em vários países, inclusive no Brasil, a moda boa agora é fazer interferências urbanas, replantando em espaço público árvores frutíferas, arbustos e ervas.
A ideia é cada um plantar por conta própria sementes e mudas em ruas, canteiros e terrenos baldios - a ação já foi comparada ao grafite. Tem gosto de anarquia. Saudável anarquia, embora alguns se imaginem soltando "bombas" de sementes. Aliás, a galera também se une aos ativismos da turma pró-bike. Sinais dos tempos: bicicletada e jardinagem libertária, a dupla dinâmica dos novos jovens do planeta.

No Brasil, o ativismo começou por Curitiba. Durante um passeio de bike, dois amigos encontraram uma cena urbana banal: um monte de plantas recém-arrancadas, provavelmente esperando a carona do caminhão de lixo. Encostaram as bicicletas, vasculharam as plantas e viram uma bromélia que parecia disposta a encarar mais um bom tempo de vida. Com a bromélia na garupa, pedalaram até encontrar um local adequado, onde a replantaram. Serviço feito, veio a sensação de que o ato tinha uma dose de anarquia e contestação.
Nascia a expressão "jardinagem libertária", que, ao longo deste ano, espalhou-se de Curitiba para outras cidades do país. A ideia é cada um plantar por conta própria sementes e mudas em ruas, praças, canteiros e terrenos baldios - a ação já foi comparada ao grafite e é alvo de críticas. "Escolhemos esse nome porque, em primeiro lugar, não pedimos autorização para plantar a bromélia. Percebemos que cada um pode interagir criativamente com a cidade ou transferir essa liberdade para o poder público. Nossa idéia não é fazer uma ONG, formar um movimento, nada disso. É uma poética urbana", explica Goura Nataraj, 28, professor de ioga e membro do coletivo Interlux de arte livre, que propõe intervenções no espaço público.

SINCRONICIDADE PLANETÁRIA
Aos poucos, divulgada na web, a jardinagem libertária alcançou Blumenau, Campo Grande, Rio de Janeiro e São Paulo, entre outras cidades. Mas a invenção não foi brasileira, não. Sem saber, os dois curitibanos pioneiros estavam entrando em ressonância com movimentos semelhantes em outros países.
O ponto de encontro virtual é o site guerrillagardening.org, criado por Richard Reynolds para registrar suas investidas noturnas em um canteiro do prédio, no qual plantou lavanda, ciclâmen e dracena. No livro "On Guerrilla Gardening" (sobre jardinagem de guerrilha, em português), lançado neste ano, Reynolds define a atividade como "o cultivo ilícito na terra de alguém", sem vinculá-la a nenhuma vertente ideológica.
Os exemplos incluem ações como a de um jardineiro que plantou 3.400 mudas de maconha num terreno do empresário Rupert Murdoch e a de um grupo que plantava girassóis em Bruxelas e, no ano passado, criou o dia internacional da guerrilha girassol.
Essa diversidade é vista também no Brasil: em Curitiba, as ações são feitas por artistas plásticos, em Campo Grande, pelos vegetarianos, e, no Rio, por pessoas ligadas a ações pró-moradia. “Nós damos a sombra, você a água fresca”, slogan curitibano dos anos 70, convida a coletividade para o plantio de árvores. A galera também se une aos ativismos da turma pró-bike. Sinais dos tempos: bicicletada e jardinagem libertária, a dupla dinâmica dos novos jovens do planeta.

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Gisele Bündchen teve parto em casa e sem anestesia

A top deu à luz dentro d’água, na banheira de casa, sem anestesia e apenas na companhia do marido. Apesar de seu médico ter sugerido cesariana, o bebê nasceu tranqüilo e nem chorou. A modelo revelou ter feito muita ioga e meditação durante a gravidez.

A modelo Gisele Bündchen mandou bem na hora do parto, dando belo exemplo às mães modernas: deu à luz na banheira de sua casa, em Boston, nos Estados Unidos, sem anestesia e apenas na companhia do marido, o jogador de futebol americano Tom Brady, da mãe, Vânia Bündchen, e de uma parteira. O parto foi em dezembro e a revelação foi feita no final de janeiro, em entrevista transmitida ao Fantástico da Rede Globo.
Gisele ficou oito horas em trabalho de parto, e justificou:
– Foi parto na água, na banheira. Eu queria muito ter um parto em casa, sempre achei muito importante. Eu queria estar consciente e presente do que estava acontecendo na hora do parto. Não queria estar dopada, anestesiada Benjamin nasceu no dia 8 de dezembro do ano passado.
Segundo a modelo, seu médico sugeriu que ela fizesse cesariana, mas estava determinada a ter um parto normal.
– Não foi nada dolorido, porque durante todo o tempo a minha cabeça estava focada. Eu transformei cada contração na esperança de ver ele chegar mais perto.
A modelo contou que se preparou física e mentalmente para o momento.
– Fiz bastante preparo. Fazia muita ioga e meditação. Ele nasceu super tranquilo. Ele é um anjinho por causa disso. Ele nasceu, não chorou, ele ficou o tempo inteiro no meu colo. Ele nunca saiu de perto de mim.
A recuperação foi imediata. Dois dias após o nascimento, Gisele já estava caminhando pela casa, “lavando a louça, fazendo panqueca”.
Inclusive abriu mão da ajuda de uma babá. Esse bom astral também se revelou na escolha do nome do bebê: Benjamin, que significa “filho da felicidade”, em hebraico.
Entre mamás e tal, a top ainda teve inspiração e grandeza para enviar ajuda às vítimas do terremoto do Haiti. Doou US$ 1,5 milhão para a Cruz Vermelha. Teria sido a maior doação individual.
Sinal de felicidade... Bem-vindo, Benjamim...

Nova Era: comunicação entre os reinos

Aqui e ali surgem pessoas com sensibilidade para canalizar mensagens que animais, plantas e árvores nos emitem. É como se a Humanidade sempre tivesse esse dom mas só agora está descobrindo. Coisa incrível! É mesmo uma outra Era... A gente tem um programa para tradução da linguagem de outros reinos, é só fazer download e trabalhar.








Depoimento de Sheila Waligora, canalizadora, escritora e palestrante
“Tenho, desde criança, grande conexão com os animais e com os reinos da Natureza.
Estudei veterinária e tornei-me uma veterinária naturalista, isto é, utilizo diversos tipos de tratamentos naturais na minha prática com os animais, entre eles, tratamentos com plantas medicinais, homeopatia, essências minerais e florais, orientação em dietas compostas de alimentos crus e sessões de comunicação telepática, para ajudar os animais e seus companheiros humanos a se compreenderem melhor e a viverem com mais harmonia.
O ponto de partida da Sintonia de Comunicação com os Reinos foi no ano 2000 quando encontrei pela primeira vez um livro da americana Penelope Smith, pioneira da Comunicação Telepática entre Espécies nos Estados Unidos.
Li seu primeiro livro, 'Linguagem Animal' (Editora Mercuryo) e fiquei absolutamente fascinada. Reconheci no livro o que eu mesma vinha fazendo instintivamente quando criança e depois profissionalmente como veterinária.
Resolvi ir até a Califórnia para estudar e praticar com ela. Fiz meu primeiro curso em abril de 2001 e desde o instante em que começei a aprender a comunicação, decidi que traria este trabalho para o Brasil. Mais do que decidir, eu simplesmente sabia que faria isso…
E assim foi. Fiz cursos com Penelope Smith nos EUA e na Alemanha, e entre um curso e outro eu treinava. Em abril de 2004, quando Penelope veio ao Brasil para o lançamento de seu livro, entrei para o diretório de comunicadores internacionais e, desde então venho divulgando este trabalho maravilhoso.
Atualmente o livro “Eu Falo, Tu Falas… Eles Falam” está na 3a edição e foi lançado também “A Aventura da Comunicação entre Espécies”, em 2 CD’s contendo uma palestra e uma seção de perguntas e respostas (Editora Irdin - www.irdin.org.br).
Continuo praticando, escrevendo, atendendo e oferecendo palestras e workshops em todo o Brasil, tendo sempre em mente que através destas atividades posso colaborar para a expansão da consciência humana em relação aos reinos da Natureza. Para que possa partir do ser humano o desejo e a atitude de compatilhar a vida na Terra, com respeito, dignidade, amor e compaixão.
Minha intenção maior, por trás de tudo o que pratico, é promover a cura das relações do ser humano com os reinos e seres da Natureza, para que possamos evoluir juntos , em cooperação, neste novo momento da nossa vida sobre a Terra.”

CONHEÇA MAIS

Foto-topo: Luciane Bossle

Alô, mamãe: que tal um banho de ofurô pro bebê?

Procure no Google e você vai encontrar ofurôs infantis no estilo clássico, de madeira, com alguns detalhes decorativos dando clima. Mas que tal optar por um básico balde de água? Yes, pra acalmar a ansiedade dos bebês e para fazê-los retomar o contato com o ambiente aquático, nada melhor do que ir enfiando as crias num balde alto com água morninha e muita diversão. Funciona!!!

A exemplo dos banhos de ofurô, prática antiga no Oriente, podemos dar uma bela adaptada e criar uma opção diferente para o banho do bebê.
O esqueminha oferece oportunidade de relaxamento através da imersão na água quente (37 a 38ºC), além de ter funções analgésicas e organizadoras, imitando o ambiente intra-uterino. Este conjunto de sensações permite melhora nos estados de agitação, insônia e cólica dos bebês.
O ideal são os baldes semi-transparentes, para maior controle, sendo que o tamanho ideal é 33 cm de altura x 32 cm de diâmetro. Observe também para que o balde tenha alça e bordas reforçadas e bico para escoamento. Não é necessário uso de banheira.

Os banhos podem ser dados desde o primeiro dia de vida até quando o bebê ainda couber no balde (tipo 4 a 6 meses de idade). Nas primeiras semanas, é preciso ajuda para que um adulto segure o bebê e o outro passe sabonete. Depois de um tempo, o bebê fica mais firme e uma só pessoa pode dar conta.
Se for de preferência dos pais, o bebê pode usar o ofurô só para relaxar, depois de um banho na banheira tradicional. O bebê pode ser banhado embrulhado (para relaxamento) ou nu (se for feita higiene também).
Pois o sistema do balde realmente funciona e tem até cursos de treinamento para as mãe. Ofurô de bebê relaxa, tira as dores, organiza... Dá também até pra limpar a sujeirinha se quiser, hehe.

CONHEÇA MAIS
http://ninabebes.blogspot.com/2009/08/o-balde-ofuro.html

VEJA BOAS DICAS EM VÍDEO

PROGRAMA "VIDA E SAÚDE"/ RBS TV

sábado, 30 de janeiro de 2010

Preste mais atenção nessas amigas... as árvores!!!

As árvores estão aí! Nem parece, né? Na corrida do dia-a-dia, passamos reto por elas nas ruas, nem vemos, ou em nosso olhar elas figuram como objetos inanimados de cenografia, como postes e sinais. Esquecemos que são seres vivos. E nossas amigas!
Entre os raros movimentos de percepção mais funda sobre nossas aliadas, um site brasileiro estimula que as pessoas mandem fotos de árvores urbanas para disponibizá-las na web. É pouco mas o esforço coletivo é um bálsamo em meio a tanta inconsciência.

Na realidade, as árvores sempre estiveram por aqui. Elas cobriram a Terra desde os seus primórdios com um imenso manto verde e a colocaram em ressonância direta com a vida cósmica. Foi assim que a prepararam para receber a vida humana.
A humanidade só agora começa a percebê-las melhor. Um exemplo é “Árvores Urbanas”, um movimento que busca reconstruir a aproximação das pessoas com o reino vegetal através do reconhecimento, respeito e proteção das árvores adultas inseridas no contexto das cidades - freqüentemente pouco aconchegante para elas.
Ao jogar com o olhar fotográfico, a página tenta um recurso de sensibilização que ajuda a a revelar toda a sutileza daquilo que está por trás da comunicação entre as pessoas, sensíveis ao contato com a energia que promove a vida, e as árvores.

COMO PARTICIPAR
Você não precisa ser um fotógrafo profissional para participar. Basta enviar a foto da sua árvore urbana, informando o endereço (nome da rua e da cidade), uma breve descrição da cena e, se possível, o nome da espécie fotografada. Você ainda pode mandar uma sugestão de árvore a ser fotografada, basta informar o local (se não puder fotografá-la, o site publica então a sugestão para que alguém se disponha a fazê-lo). As imagens devem ter o tamanho mínimo de 800X600 pixels e serão publicadas, após seleção, ficando livres para download.  Envie para o e-mail: contato@arvoresurbanas.com.br
Confira as fotos que estão no ar e outros detalhes de participação em http://www.arvoresurbanas.com.br/

PLANTE ÁRVORES, PLANTE ÁRVORES, PLANTE ÁRVORES!!!
Você pode plantar árvores mesmo dentro de pequenos apartamentos. Elas precisam apenas de atenção, água, um pouco de terra, luminosidade e espaço que devem ser adequados para cada espécie (inicie essa pesquisa na internet). Veja algumas dicas iniciais em PLANTANDO ÁRVORES. Sabemos de pessoas que chegam a ter mais de cem mudas de árvores plantadas dentro de apartamentos pequenos, muito pequenos, mesmo. Depois que elas estiverem com um tamanho apropriado, você pode direcionar para um sítio, colocá-las para adoção por pessoas que se comprometam em cuidar bem delas, pode plantar em algum espaço comunitário perto da sua casa, ou no seu próprio pátio, ou ainda pode descobrir a maravilha que é cultivar um bonsai!!
Veja também:
VARANDA VIVA
http://avarandaviva.blogspot.com/
Plantas comestíveis, alimentação viva, a vida sem paredes...
ÁRVORES NA CIDADE
http://arvoresnacidade.blogspot.com/2009/06/arvore-cidada-o-rg-da-arvore-cadastre.html
Bom conteúdo sobre árvores urbanas e o crescimento da natureza nas cidades

“Agradecemos à humanidade por nos plantar em tão grandes extensões, o que nos permite regenerar a qualidade da terra. Sabe, as árvores são como uma pele protetora do planeta e nessa pele efetuam as mudanças necessárias. Somos as sentinelas externas dessa mudança, capazes de fazer um trabalho que outros jamais poderiam. Damos glória por isso; um sublime louvor sai de nós como o perfume sai de uma flor. É um louvor que abençoa a todos os que vêm à nossa aura e nela descansam. Porém, os que estão autocentrados demais se fecham para as nossas qualidades e não sentem a nossa vida conscientemente. Não obstante, na nossa presença todos são influenciados em certos níveis; ninguém pode entrar em nossas florestas sem fazer alguma sintonia conosco.”

Mensagem canalizada do Pinheiro-da-Escócia ou Pinheiro-Silvestre, livro “O Chamado das Árvores” de Dorothy Maclean. O site original do livro pode ser visitado no link: www.callofthetrees.com


Foto de abertura: Eliana Lúcio

edição e design

Coordenação, Edição e Design:
RICARDO MARTINS

http://ricardomartinsdesign.blogspot.com/
Editor do site ABSOLUTA e de sua Série Temática, do blog YINSIGHTS, do blog CROP CIRCLES, e moderador das comunidades 11:11, Eu Sonhei com Ondas Gigantes e Crop Circles/Terra Agora no Orkut.

Contatos: r.o.m@terra.com.br
Blog do editor: http://ricardomartins1111.blogspot.com/

Nossa comunidade no Orkut:
http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=38549687

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